quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Get your motor running head out on the highway

Sonhei que o Kimi e o Vettel estavam juntos durante as férias e pilotando motos por aí, como se fossem bons motoboys paulistanos. Por algum motivo eles estavam sem capacete, por algum motivo a TV estava passando esse rolê de férias dos dois e eu, óbvio, estava assistindo.
Até que DE REPENTE o Kimi (a moto dele, né?) tropeçou numa pedra e ele meio que deu uma pirueta e caiu em pé.
E eu em casa, assistindo e aplaudindo, como se fosse showzinho.


Alguém vai lá ressuscitar o Jung pra interpretar essas paradinhas pra mim, por favor?

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Não amo ninguém e é só amor que eu respiro

Então ok.
Eu confesso.



"Se todo alguém que ama

Ama pra ser correspondido 
Se todo alguém que eu amo 
É como amar a lua inacessível 
É que eu não amo ninguém 
Não amo ninguém 
Eu não amo ninguém, parece incrível 
Não amo ninguém 
E é só amor que eu respiro" 


Eu me apaixono sempre. O tempo todo. Eu me apaixono pelo cara bonitão que senta ao meu lado no ônibus e pede licença com um sorriso lindo no rosto. Eu me apaixono pelo atendente de cabelo cacheado que dá boa tarde sempre que eu passo em frente à loja do pai dele. Eu me apaixono pelo amigo engraçado do meu amigo da faculdade, mesmo sabendo que ele tem namorada. Eu me apaixono pelo amigo do meu amigo só porque ele tem aquela cara de malvado e aquela voz rouca. Eu me apaixono pelo baterista da banda só porque ele faz aquela viradinha com o braço que só baterista sabe fazer. Eu me apaixono por um cara que conta uma piada legal. Eu me apaixono por um ATOR interpretando um personagem irresistível. Eu me apaixono pelo cara gato da minha aula de quarta feira toda vez que ele faz um comentário que eu poderia ter feito. Eu me apaixono pelo cara da aula de museu toda vez que ele entra no auditório e fala "e aí, boa tarde", daí vai pro fundo e se senta NO MESMO LUGAR. Eu me apaixono pelo desajeitado que faz piadinhas sem graça no twitter todo santo dia. Eu me apaixono pelo Benjamin TODA SANTA VEZ que ele ressurge das cinzas lá do cafundó do mundo com um comentário certeeiro sobre alguma coisa que ele viu, lembrou de mim e decidiu comentar. Eu me apaixono sempre. O tempo todo. Mais de uma vez por dia.


Eu me apaixono pelo simples fato de que ADORO me apaixonar. ADORO esse friozinho na barriga. ADORO achar um detalhe num cara que me faria me apaixonar perdidamente por ele. ADORO flertar. ADORO achar em todos os lugares que eu vou uma pessoa que vale a pena olhar, que vale a pena ficar decorando detalhes -Mesmo que eu esqueça esses detalhes cinco segundos depois.
ADORO. ADORO.


Adoro, mesmo que não tenha nenhuma chance. Adoro apesar disso.
Adoro me apaixonar.


Então sim... Ok. Sou absurdamente culpada por me apaixonar sempre. Absurdamente culpada.
Sou absurdamente completa por curtir um platonismo, por exagerar no amor, por exagerar cada reação, por exagerar cada sintoma, por curtir cada segundinho como se fosse festa. ADORO.
ADOOOOOOOOOOOOOOOOOORO, com vários "O".

E adoro saber que sou correspondida também. Adoro olhar pro cara dançando lá do outro lado da pista e perceber que ele tá olhando de volta e que ele quer falar comigo. Adoro saber que um cara tá disposto a sair comigo mesmo sabendo que eu sou ex de um cara-da-turma (ai mostra que ele não é babaca, né? Razão babaca pra dispensar alguém é muito desapaixonante). Adoro saber que um cara tá disposto a sair comigo mesmo eu já o tendo dispensado antes PRA FICAR EM CASA. Adoro que um cara troca mensagens comigo o dia inteiro.

Adoro SENTIR que sou capaz de me apaixonar, sabe? E de passar por tudo isso. Adoro. Adoro. Adoro o jogo de se apaixonar. Adoro essas paixonites mais "pesadas" também (porque até agora essas foram simples e efêmeras) que me deixam sem ar e melhoram meu humor... Mas adoro PRINCIPALMENTE que eu não fico me me guardando numa torre esperando as coisas darem certo.

Adoro me apaixonar de leve, só por ser solteira, só por PODER me apaixonar. E adoro ter, no fim do dia, um cara com quem eu sonho e que eu poderia facilmente vir a AMAR, só pra variar.

O Cazuza estava certo. Preciso por esse trecho de novo:

"Se todo alguém que ama
Ama pra ser correspondido
Se todo alguém que eu amo
É como amar a lua inacessível
É que eu não amo ninguém
Não amo ninguém
Eu não amo ninguém, parece incrível
Não amo ninguém
E é só amor que eu respiro"

Não é pra levar a sério minhas paixões. Eu nunca as levo a sério.
Quem eu conheço, quem ME conhece, sabe quando eu estou apenas curtindo ou quando tem algo a mais na história... EU sei disso, é isso que importa. E isso não quer dizer que vou ficar fechando a porta pra qualquer cara que aparecer na minha vida e tenha algo que vale a pena. Não é assim que funciona. Não comigo, pelo menos. A paixão inocente que eu curto, as paixonites do cotidiano, não foram feitas pra machucar aquelas paixonites que eu quero que virem algo a mais.


E, se estiverem, é porque eu tô fazendo alguma coisa muito errada.

As vezes eu amo tanto que tiro férias e embarco num tour pro inferno




"Eu acredito nas besteiras que eu leio no jornal
Eu acredito no meu lado português sentimental
Eu acredito em paixão e moinhos lindos,
Mas a minha vida sempre brinca comigo,
De porre em porre vai me desmentindo"

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

E então quero olhar você e depois ir embora sem dizer o porquê

Essa é uma história de uma garota nova que sem nada na cabeça, quanto mais nessa cachola sobre um menino da minha faculdade - Ou, pra ser mais exata, é a história de como eu ajo feito uma adolescente de 15 anos perto de um menino da minha faculdade.

Dá um play aqui pra entrar no clima da minha adolescência.


Pra quem não sabe (praticamente todo mundo) eu estudo e trabalho no mesmo lugar, em c e r t a s u n i v e r s i d a d e s  de São Paulo que costuma ser considerada a melhor do Brasil em c e r t o s r a n k i n g s, o que significa, em termos práticos, que eu passo 4 dias por semana, das 7h as 23h, no mesmo lugar e não exatamente fazendo as mesmas coisas. O que significa que, nos últimos anos, se eu me envolvo romanticamente com alguém é muito provável que esse alguém esteja de algum modo ligado a este lugar.

Pois bem. Tem esse cara que eu conheci no primeiro ano da segunda graduação, um 9inho maravilhoso também na segunda graduação, que eu sempre achei lindo, mas deixei em segundo plano porque sim. Esse cara é lindo (e eu me sinto enfeitiçadaaaaaa), mas é totalmente fora do meu estilo de caras: Ele tem barba, cabelão (cachinhos, gente, é a coisa mais linda do mundo ♥),  usa camisa social de manga curta com os primeiros botões abertos mostrando o peito, é corintiano e provavelmetne seria usado como algum meme pra representar os cursos de humanas caso alguém se desse ao trabalho de olhar as fotos do perfil dele (tão 420 que ATÉ A FOTO DO PERFIL TEM UMA ~NUVENZINHA~, TE JURO!!)...

 Totalmente fora da curva no que diz respeito aos caras que fazem meu coração pular uma batida e, mesmo assim, de uns tempos pra cá, toda vez que encontro com o moço, é exatamente isso o que acontece. Eu fico vermelha, sem ar e cometo as maiores babaquices do mundo. Tipo isso:

Semana passada chegando no prédio que estudo achei um grupinho de amigos/conhecidos e vi que o moço tava no meio. Dei oi pra todos de uma vez (porque não sou fã de sair dando beijinho em um por um quando tem vinte pessoas no mesmo lugar, dsclp) e o moço respondeu mais ou menos assim:



E o que eu fiz??? 
Fui na direção do moço, que NEM DE LONGE é o mais íntimo dos que conhecia do grupinho, e... Beijinho no rosto + oi simpático.
SÓ. NELE. Impulsivamente. Beijei, dei aquela encostadinha básica e reparei que tava todo mundo olhando pra mim com cara de "oi???".
Eu só poderia me livrar disso fazendo o Chandler, mas óbvio que eu REALMENTE não tava no clima de dar beijinho e abracinho em vinte pessoas sendo que umas dez eram apenas conhecidos de vista. O que eu fiz??
Mandei um "gente, 'cês tem o *NOME DO MOÇO* no Facebook? 'Cês já viram que maravilhoso ele é? Eu acho que ele é maravilhoso, por isso cumprimentei assim. Mas a maioria de vocês eu nem tenho nas redes sociais, então 'cês não merecem abraço..."
Esquisito, né? Estranho, né? Porém OK já que eu geralmente elogio pessoas aleatórias por coisas simples, então ok. 
A vida ia seguindo, dava quase pra sentir a normalidade voltando ao ambiente maaaaaaaaas...
Um dos meus (a partir daquele momento ex-) amigos do grupinho mandou um "Eu tenho você em todas as redes sociais, cadê meu abraço?", o que despertou meu lado "falo sem pensar e só depois lido com as consequências", me fazendo dizer "Não quero te abraçar".
Olha tudo o que ficou subentendido nesse simples "Não quero te abraçar".

15 anos. COMPLETAMENTE. As ações e a reação porque, ÓBVIO que depois disso eu falei que tinha que pegar umas xerox pra aula (hahaha... Eu nunca nem entrei no prédio da xerox porque todos os textos ficam no tablet... Que ridícula eu sou).

domingo, 27 de setembro de 2015

Twenty-five years and my life is still

GENTE, QUE HISTÓRIA É ESSA QUE EU MORRI? EU TAVA SÓ LAVANDO O CABELO!

Peço perdão pelo vacilo com os dois leitores deste blog que eu sei que existem porque eu disse que voltava, fui ver se no céu tinha pão e morri (mas passo bem).

A real é que me deu um pouco de bode. De tudo. Não sei explicar, simplesmente aconteceu. Eu tava bem, cheia de ideias (ia fazer um post sobre o POFEXÔ e ia ser lindo - ainda vai porque salvei nos rascunhos e ainda vou postar, mas não hoje) e num humor maravilhoso e.... De repente... Acordei no dia seguinte e não tava mais. Aí não quis escrever. Ai não quis ler blog nenhum. Ai mal quis fazer qualquer coisa. Simplesmente aconteceu.

E ainda não passou, portanto eu não vou contar as 465413216755412 coisas que aconteceram comigo ultimamente. Hoje eu vou postar playlists porque, pra quem não sabe, eu sou a LOUCA DAS PLAYLISTS.

Lá vai.

1. Playlist de minas fodas que cantam sobre o quanto nós, moças, somos fodas e maravilhosas e não vamos aceitar babaquice de hominho de merda nenhum!



2. Playlist de músicas italianas pra ouvir quando você tá com vontade de ouvir música italiana

(não há descrição, não há motivo. Minha ascendência é de portugueses e de índios, mas por algum motivo cresci numa casa onde se escuta muita música italiana e eu tenho um bom bocado delas que curto e que escuto sempre que me dá vontade de ouvir música italiana).




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É só. E eu volto pro blog. Prometo. É só passar esse bode. Pode ser amanhã, pode ser semana que vem, pode ser que eu mude o layout e isso me dê vontade de contar sobre o Sujinho mais lindo do mundo (sério, lá vem história...). Eu volto.