sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Das músicas que me fazem acreditar no amor (1)

Calma - Jorge e Mateus

Não chore mais, sorria, amor
Eu trouxe o fim da sua dor
Não chore nunca mais, amor

Eu sou o sol cercando a chuva
Do seu olhar sou eu quem cuida
E te peço, por favor
Não chore nunca mais, amor

Calma, a sua insegurança não te leva a nada
Eu quero ser seu homem, te fazer amada
Amar, amar você até você se amar e me amar

Calma, a sua insegurança não te leva a nada
Eu quero ser seu homem, te fazer amada
Amar, amar você até você se amar e me amar
Calma!

Eu sou o sol cercando a chuva
Do seu olhar sou eu quem cuida
E te peço, por favor
Não chore nunca mais, amor

Calma, a sua insegurança não te leva a nada
Eu quero ser seu homem, te fazer amada
Amar, amar você até você se amar e me amar

Calma, a sua insegurança não te leva a nada
Eu quero ser seu homem, te fazer amada
Amar, amar você até você se amar e me amar
Calma!



Começo essa tag com essa música porque duas moças lindas, a Ericka (do "Não era amor, era Cilada" e a Cláudia (do twitter),  e eu temos um momento JORGIMATEUS de vez em quando e chegamos a conclusão que essa é a prova de amor definitiva. Vou até quotar a Cláudia na defesa MARAVILHOSA que ela fez dessa música porque não tem jeito de eu definir melhor:  "O cara que quer botar a autoestima da mulher la em cima pra ela se amar e depois SÓ DEPOIS E OLHE LA amá-lo".
É lindo. Pode confessar. Esse blog adora momentos mimimi, os incentiva e gostaria de receber mais.

Das músicas que me fazem acreditar no amor

Porque né... Nem tudo é errado, nem tudo revela uma obsessão que deve ser tratada.
De repente é amor. Pelo menos parece.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Das músicas que revelam uma obsessão que deve ser tratada (7)

Vou te amarrar na minha cama - versão Bruno & Marrone

Gatinha manhosa, do beijo gostoso
Me afasta e me arranha
Mas as nossas desavenças não entram no quarto
Quando a gente se assanha

Esse amor escondido, minutos contados
Amor proibido, sabor de pecado
Ou a gente se assume ou acaba morrendo
De tanto ciúme

Esse amor escondido, minutos contados
Amor proibido, sabor de pecado
Ou a gente se assume ou acaba morrendo
De tanto ciúme

Vou te amarrar na minha cama
Só vai fazer amor comigo
Eu te quero e preciso
Só junto de você a minha vida faz sentido

Vou te amarrar na minha cama
Só vai fazer amor comigo
Eu te quero e preciso
Só junto de você a minha vida faz sentido


Obviamente não é um relacionamento muito saudável (embora provavelmente o sexo seja muito bom). Se você tava preocupad@ em descobrir qual a minha neurose... Provavelmente é essa. Curto muito essa música. hahahahaha

terça-feira, 25 de novembro de 2014

A menina que da terra sempre espera que você fique aqui...

E se eu te disser que tenho um pouco de medo de não causar em você uma impressão tão forte quanto a que você me causa TO-DAS-AS-VE-ZES que a gente se vê? 
E se eu te disser que, maior do que esse, só é o medo de um dia eu simplesmente parar de me impressionar (e me encantar) com você?

(É coisa do ser humano ser egoísta, né? Então eu agradeço pelo tempo maravilhoso que EU tenho quando estou com você)





Essa música pode (ou não) me lembrar você E eu posso nunca ter te mostrado porque tem NADA a ver com você.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Lately I'm getting better...

...Wish I could stay sick with you.






(nada não, só quis jogar esse trechinho aqui como quem não quer nada)





I've got another confession to make...

Você me perguntou dia desses o que me fez te dar uma chance quando  a gente se conheceu, mesmo eu estando de coração partido e pensando em tudo menos em romance e eu te disse que foi porque você insistiu tanto que ganhou pela persistência.
Eu menti.

Da terceira vez que a gente se viu, num barzinho com pessoas que eram suas amigas e acabariam se tornando minhas também, você saiu da mesa com uma latinha de cerveja na mão e foi fumar do lado de fora. Você se apoiou num carro, acendeu o cigarro e, enquanto conversava com a sua irmã, segurou com uma mão só o cigarro e a cerveja. E aí você percebeu que eu tava te olhando e olhou diretamente pra mim. Olhos nos olhos. E fez a segunda maior cara de bobo que eu já vi num cara tão bonito quanto você era.

Naquele momento eu percebi que se eu tinha que partir pra outra e superar o fim do meu namoro teria que ser com você. 


(sim, eu sou isso de tonta em termos de paixonite)

_____

Pensando nisso eu percebi que eu gosto de coisas erradas num cara.

Acho um charme caras que fumam, por exemplo. Sim, eu sei que tá errado. Sim, eu ODEIO o cheiro do cigarro. Sim, EU SEI que não é saudável,  Eu sei que a gente tá em 2014 e a época de glamourização do vício foi nos anos 50. Eu sei. Não precisa julgar, eu já faço muito isso comigo mesma. Mas eu não consigo evitar. É a mesma lógica do meu gosto por cheiro de perfume misturado com álcool. Tipo... Sabe quando a gente bebe e fica com aquele cheiro de bêbida meio que impregnado na gente? Meio que mistura com o nosso cheiro, sabe? Então. Eu adoro, eu me amarro. 
É errado, claro, porque são duas coisas viciantes, horríveis, que deveriam acabar bláblábláblá
Mas eu curto REAL.

Tô dizendo a verdade, tô pondo o dedo na ferida: Eu me apaixono principalmente pelos erros. É uma coisa meio masoquista, meio errada... Mas é real.




A maior cara de bobo que eu já vi num cara bonito.

sábado, 22 de novembro de 2014

Se você quer brigar e acha que com isso estou sofrendo...

Não entro em briga que eu sei que vou perder porque gosto de ganhar sempre - e SEMPRE que eu entro numa briga é pra ganhar.
Sou competitiva, me deixa.
Na verdade... Não entro (com frequência) nem em briga que eu sei que vou ganhar porque tô feliz sabendo que tô certa e não tenho necessidade de ficar me provando pros outros.
Então eu raramente brigo. Guardo meus julgamentos e minhas opiniões pra mim e pra quem vier perguntar, não vejo motivo nenhum pra ficar arrotando por aí sem ninguém ter pedido*.
A real é que, na maioria das vezes, eu não tenho saco pra brigar e discutir: Eu falo o que eu penso, eu escuto o que o outro lado tem a dizer.
Se eu tô certa, argumento um tiquinho e vejo se a pessoa muda de ideia. Se não... Ok.  Vou fazer o quê? Me desgastar? Não tenho a mínima vontade de ser catequista. Live and let die.
Se eu tô errada eu aceito a minha derrota com classe: Vou pensar sobre isso, a gente pode se falar depois, quando eu parar de me sentir a pessoa mais errada do mundo? Só me dá 10min pra eu aceitar (que dói menos) e a gente já volta a se falar.


(inclusive fazendo isso agora)






* exceto aqui, né? Se eu quiser fazer um post sobre os meus filmes prediletos do Stallone usando como critério apenas o corte de cabelo que ele usou eu CERTAMENTE farei. Ninguém precisa me pedir pra fazer isso.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Lay down beside me (Love ain't for keeping)

Percebi uma coisa: Dos garotos da minha vida raríssimos são os que tem como ocupação algo que não envolva engenharia ou jornalismo. Sério: Meu pai, meus melhores amigos, meus rolos mais importantes, meus ex-namorados... Engenheiros ou jornalistas.
Eu quase consigo fazer um "fase Apolo x fase Dionísio" que nem quando a gente vai estudar literatura/arte e percebe que depois de uma fase porra louca as pessoas sempre pensam em algo pra voltar aos eixos, ser clássico, etc. Depois de um jornalista com quem eu vou pro bar, danço salsa, passo a noite acordada e que não consegue ficar acordado comigo, tem um engenheiro que me faz sair pra correr, que lê o que escrevo, avalia o que eu faço, fica em casa vendo filme comigo. Daí depois... PÁ: Jornalista. Bar. B@l@d@. Noites sem dormir.
Caramba, eu devo ser a pessoa mais óbvia e previsível do mundo.

*.*.*.*.*

Dito isso, tem esse moço no facebook que tenho quase certeza que adicionei por causa do Tinder, mas com quem nunca falei. Não é o único nessa situação (pode me chamar de fútil, superficial, blábláblá, mas TODOS os moços que adicionei no facebook por causa do tinder eu só fiz porque eram bonitos - mas como isso não é garantia de que o cara não seja um pamonnha a maioria eu deixo lá um tempo até perceber se vale ou não 5min de prosa e, se não valem, you may hate me but it ain't no lie baby bye bye bye), mas é o único com quem eu REALMENTE gostaria de conversar e, sei lá, sair e tomar uma cerveja. Fazer as coisas com calma e sem atropelo (coisa que eu faço com ninguém).
Porque se desde antes da eleição o moço já chamava minha atenção, durante ele conseguiu ganhá-la TOTALMENTE. E nem só falando do lado certo da política (que pra mim, obviamente, é o meu, né?)... Mas com todos os posts. O cara tem um tipo de humor que combina comigo, parece ser o tipo de cara que seguraria o tranco e não se leva tanto a sério.
O problema?
Cara, não faço IDEIA de como começar um assunto com um cara com quem nunca falei, mas já considero pakas. Tô intimidada mesmo e achando que o cara é muita areia pro meu caminhãozinho.
Pode rir e me chamar de trouxa, talvez eu seja mesmo.

(mentira, não ria de mim! ME DÊ DICAS DE COMO CHEGAR NO CARA)


*.*.*.*.*

A ligação entre a parte um e dois é que, obviamente, o cara é.... JORNALISTA.


*.*.*.*.*

E não, o último cara com quem saí não é engenheiro. O último cara com quem saí é jornalista. E o penúltimo um dia quis ser (e, quando surgiu na minha vida, era). Talvez nem meus ciclos sejam regulares. hahaha

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Postei e saí correndo

Cara, a gente faz um drama TÃO GRANDE quando tá de coração partido, né?







(…) Não adianta desperdiçar sofrimento por quem não merece. É como escrever poemas no papel higiênico e limpar o cu com os sentimentos mais nobres.

~ Cazuza 

Chega de passar a mão na cabeça de quem te sacaneia

...Caso eu tivesse feito metas pra 2014 uma delas teria sido "Não concluir nada sobre alguém sem antes falar com esse alguém".
Porque se 2013 foi a cagação toda que foi, isso aconteceu principalmente porque eu engoli muito sapo e fiquei martelando muita coisa errada na cabeça por muito tempo, sem ter a vergonha na cara necessária pra ir lá e descarregar tudo, ouvir as desculpas, as conclusões, argumentar e só depois disso tudo concluir.
Eu tirei muitas conclusões sobre as pessoas sem as pessoas estarem cientes disso e poderem dar a penúltima palavra sobre algo (porque a última é minha, já que a conclusão é minha. Isso ninguém me tira).
Então, nos últimos tempos, eu decidi fazer diferente e jogar na cara.
Falar mesmo. Não guardar as paranóias pra mim e foder minha vida com uma gastrite nervosa.
Simplesmente... Falar. Esquecer os joguinhos e falar.
E eu fui assim com os amigos, com os casos, com as pessoas do trabalho, com todo mundo.
E vou dar um conselho: Eu fui mais feliz.
Explico.
Ao jogar na cara tudo o que me incomoda e despejar todas as neuras eu só tenho duas opções: Ou aceitar que são verdades, ou desencanar ao perceber que são mentiras. No caso de serem neuras reais você não fica feliz na hora (porque neura não tem conotação positiva em nenhum contexto), mas depois percebe que foi melhor. Se for o caso elimina o "lixo" e pratica o desapego.
Se uma pessoa sabe lidar com a verdade quando ela olha nos olhos e aponta o dedo na cara essa pessoa SERVE pra mim. Se não... Não.
Enfim, é um raciocinio a ser concluido. Só passou pela minha cabeça e eu precisei jogar.
Depois melhoro.



(faltam 30 dias pro meu aniversário!)

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

...Mas me esqueci que todo mundo ama, exagera tudo, mas depois disfarça

Amiga dia desses veio me perguntar como é que eu fazia pra estar sempre de bom humor, sempre feliz, sempre parecendo confiante enquanto as coisas ao meu lado desmoronam.

Cara, eu não faço isso de verdade. É uma ilusão. Eu não sou confiante. Eu olho com essa cara enfezada porque preciso fechar os olhos pra enxergar sem os óculos. Eu ando olhando pra frente, com passos rápidos, porque estou atrasada – ou com medo de me atrasar.
Eu me apego a todo mundo porque tenho MEDO de me apegar a uma só pessoa e me machucar demais. É medo, defeito e insegurança. Para de dizer que eu sou segura, moça. Eu não sou. É só uma das coisas que eu pareço ser e não sou.
E eu também não tenho uma opinião formada sobre tudo e – se eu por acaso tivesse – não tenho a paciência e a vontade de dividi-la com o mundo que é necessária pra falar sobre isso.

Você não faz idéia do quanto eu sou paranóica, do quanto eu tenho medo de ser deixada de lado, de estarem mentindo pra mim. 

Tenho um medo gigante de gostar das pessoas, moça... E esse medo é até maior que o medo de não gostarem de mim – embora esses dois medos caminhem lado a lado e sejam complementares. Tenho medo de me abrir demais, de ser gentil demais, de demonstrar demais que me importo e ouvir um "êpa! Peraí! Como assim? Você tá confundindo as coisas!" ou "Eu não fazia idéia"... E um medo gigantesco do "Acho que não dá mais".


Peguei trauma sabe? Eu já amei uma vez e senti a força de uma paixão... A gente às vezes se entrega demais e esquece de ouvir a razão e, quando percebi, pintou uma onda meio estranha que tirou tudo. Foi a última vez. Eu peguei medo, sabe? Peguei medo de não gostarem de mim do jeito que eu sempre acabo gostando... Então eu decidi que simplesmente não gosto de ninguém.

É insegurança, você entendeu? Eu não sou segura. Para com isso. Para de dizer que eu sou segura e que você queria ter o meu jogo de cintura. Eu falo com todo mundo de igual pra igual, eu meto os peitos em todos os assuntos, eu sou engraçada, eu me divirto em todas as situações porque não gosto de ninguém. E isso não é legal. Entenda isso, por favor. Isso não é legal. Isso não é ser segura. Isso não é invejável. Eu simplesmente não consigo gostar de ninguém. De ninguém. E é possivelmente a situação mais solitária do mundo. Não queira isso pra você.




____

Dos antigos que não servem mais pra mim, mas que eu ouvi de uma grande amiga dia desses e decidi resgatar do finado (porém não fechado) Lado Bê.
Eu tinha um medo absurdo de me jogar de cabeça nas coisas porque sempre tinha medo delas acabarem... Até que percebi que TUDO acaba, mas não é porque as coisas acabam que elas não podem ser boas. 
É bom enquanto dura... Simples assim. Aproveitar o máximo que dá é o mínimo que eu posso fazer quando as oportunidades aparecem.
E agora que eu sei disso toda vez que eu pareço leve e feliz... Eu realmente estou. Sem pose :)

Meu samba não se importa se eu não tenho amor, se dou meu coração assim sem disciplina...

Meu samba não se importa se desapareço
Se digo uma mentira sem me arrepender
Quando entro numa boa ele vem comigo
E fica desse jeito se eu entristecer




Eu prefiro com o Ney, mas se você é Paulinho da Viola também tem Paulinho da Viola.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

E se quiser recordar aquele nosso namoro quando eu ia viajar e 'ocê caía no choro

A fase tá tão esquisita que eu sonhei dia desses com um moço com quem há tempos eu dou umas flertadinhas de vez em quando mas, POR MUITOS MOTIVOS, nunca dá certo de acontecer alguma coisa ~ao vivo~.

"Nossa, mas você sonha com o moço e é ruim? Como assiiiiiim???? Explica!"

Explico. Calma.

No sonho a gente conseguiu ficar juntos - num cenário totalmente aleatório, uma espécie de parque que nem ele, nem eu frequentaríamos, mas ok. Ficamos.
Só que... Foi bem meia boca. Ruinzinho mesmo. Decepcionante. Daí - NO SONHO, MINHA GENTE! -  eu botei a mãozinha no ombro dele, numa postura típica de alguém que vai falar alguma coisa bem desagradável que você não vai querer ouvir, e disse: "Amigo, se nem no sonho isso deu certo é melhor eu parar de tentar na vida real também, né? Tem mais gente, pra quê ficar me prendendo a um negócio que obviamente não tá dando certo?"


...E aí depois disso eu ACORDEI.


Alguém explica?


________

Tava reparando que meus sonhos geralmente são em terceira pessoa. Eu sou mais uma narradora do que a protagonista, embora a protagonista também seja eu, porque eu tô lá como narradora, mas tô me vendo também executando as ações. Nosso inconsciente é maravilhoso, né?
Só quis comentar isso mesmo. Deleta esse último parágrafo. hahaha

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Jogando conversa fora só pra te ver passando, gingando e me encarando...

Eu tenho um problema muito grave que é ser burra - Já falei sobre isso aqui e a coisa não mudou muito. 
Sou burra mesmo - do tipo que aceita desculpinhas, que se vende por meio discursinho canalha (porém sincero... É possível?), que espreme a porra dos limões que a vida dá ao invés de mandar enfiar o limão no rabo e me dar algo mais útil (tipo uma maçã ou um bloquinho de papel)
Sou o tipo de gente que dá um boi pra não entrar numa briga e uma boiada e meia pra, caso entre nela, saia vencedora... Mas, como eu sei o preço do boi, prefiro não entrar na treta que gasta menos energia e grana.
E eu não vou conseguir brigar caso você seja um errado sincero.
Porque eu sou burra, eu já disse. Se eu fosse uma pessoa inteligente eu argumentaria e te faria perceber que você tá errado, que você tem que deixar de ser mimizento, que não tem nada a ver, foi você quem achou que era isso e nem parou pra se perguntar se eu aguento (e eu 'guento).
Eu faço isso com os amigos, faço isso com meus pais, com os conhecidos, no trabalho, faço até com as inimiga
Eu só não faço isso com você porque você é um estúpido sincero.
E eu... Eu sou burra. Pelo menos quando o assunto é você.
Tem sido assim desde que te conheci e notei que você era igual a mim.
Como é que eu vou brigar com alguém que diz que não vai fazer e pronto, que dá o motivo na lata, na cara, sem dó? Como eu vou me sentir mal, ficar brava, dar chilique, sendo que quem tá discutindo comigo é você – e, sendo sincera, sendo TÃO IGUAL A MIM do jeito que você é?


(duplamente burra)
(você quebra minhas pernas, cara)

Eu não sei se ele fez feitiço, macumba ou coisa assim....

A segunda semana de novembro geralmente é PESADA pra mim. Não quero explicar os motivos (até porque eles são bem bestas e eu sei que não deveria me importar mais com isso, mas é assim que eu rolo), mas acreditem em mim quando eu digo que é. 
Daí que esse final de semana eu tava num momento de autopiedade e, relendo meus diários antigos, percebi que DESDE 2010 eu tenho um histórico de me meter em ciladas nessa semana específica do ano. Aqui vai uma recapitulada básica:

2010
Eu tava numa pegada de vingança meio ridícula e saí com um cara que, num momento anterior da vida, eu quis muito (mas MUITO MESMO) por um motivo bem babaca (MUITO BABACA MESMO). Foi legal por uns tempos até eu descobrir que: 1. Ele tinha namorada em outra cidade; 2. A namorada dele tinha ficado sabendo que eu existia; 3. E estava vindo pra São Paulo; 4. Pra tirar satisfações comigo.
Olha, JURO PRA VOCÊS que eu não fazia ideia que ele namorava. Mesmo. Até porque eu tinha tomado um pé na bunda por motivo de chifres há menos de um ano e nunca que eu ia causar pra outra pessoa o que eu tava sofrendo (isso vale até hoje). 
No fim deu em nada: A namorada voltou o ódio pra quem merecia e tretou com o babaca, não comigo. Mas foi uma semana muito intensa.


Meus amigos, esses maravilhosos, sempre tinham palavras bonitas pra
me falar nos momentos de apuro.


2011
Em 2011 tinha o 9inho e tinha um outro cara que já existia platonicamente na minha vida desde 2010 e atrapalhou um bocado o meu lance com o 9inho (não só isso atrapalhou, mas esse cara foi a minha contribuição pro nosso relacionamento fracassado).
Eu tava feliz, tava bacana, tava satisfeita com um cara que é minha versão masculina caso eu liberasse o meu lado errado pra agir (e, caso ele leia isso, espero que saiba que eu digo isso com todo o carinho do mundo. Eu respeito até meus defeitos! hahaha) e, mesmo assim, fiquei bolada com um possível affair que o cara platônico possivelmente estava tendo.
Alguém me diz o que eu tinha a ver com isso e por quê eu me importei porque até hoje eu não sei.
O que eu sei é que durante a segunda semana de novembro de 2011 eu usei isso como motivo pra sair, tomar um porre e ficar chorando sentada na calçada em frente a uma padaria na Barra Funda no meio da madrugada com um amigo porque eles não tinham gelatina de ursinho e isso era, pra mim, a coisa mais injusta do mundo naquele momento.

Ninguém me entende.

2012
Minha melhor amiga na época estava estranha e sendo rabugenta com todo mundo sem motivo aparente e não dando abertura NENHUMA pra gente conversar. No começo eu fui paciente, mas depois eu fiquei irritada. Essa fase da irritação começou na segunda semana de novembro e foi só por causa dela que eu descobri que: 1. Ela não era minha melhor amiga COISA NENHUMA porque; 2. Ela tinha um blog "secreto" que ela; 3. Usava pra falar mal de mim.
É ridículo, né? Nem vou comentar mais sobre isso.


2013
Final de 2012 eu conheci um cara, um estudante de engenharia de uma Federal aqui de São Paulo (é bom deixar claro qual dos estudantes de engenharia é porque, pra quem não sabe, eu tenho um pequeno histórico com estudantes de engenharia... risos) que estudava junto com uma das minhas amigas e, durante uns meses de 2013, a gente gostava de se enganar (nós dois, ele e eu) fazendo de conta que tinhamos um "relacionamento" quando, na verdade, o que a gente tinha era preguiça de arranjar alguma coisa melhor (ele) e carência (eu). Não deu certo, é claro. Nem tinha como dar. Foram muitas coisas erradas no caminho e, no fim das contas, eu não tinha nem a amiga que apresentou e nem ele - Mas ele, pra ser sincera, eu não queria tanto assim: O que me deixou #xati mesmo foi ter perdido a amiga. Tive minha cota de erros nessa história, não nego, mas as coisas se encerraram de um jeito bem estranho. Essa amiga faz aniversário em novembro - na última semana, pra ser mais clara. E eu fiquei o mês inteiro me martirizando com o fato de que, pela primeira vez, eu não estaria por perto (mesmo que distante) pra dar os parabéns.
O que eu fiz pra me  ~livrar~ disso? Lembram do cara platônico de 2011? Pois então. Oops I did it again. E depois fingi que nunca aconteceu, é claro, foi coisa da SEMANA DA ZICA™. #meujeitinho.



2014
Cara, essa zica ainda tá em andamento e eu preciso deixar em off por uns dias... Mas assim que eu resolver eu conto. Só digo que é muito RISOS.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Não está sendo fácil... Não está sendo fácil viver assim...

Enxaqueca, moçada.
Há quantos milhares de anos eu não tinha uma crise de enxaqueca dessas fodidas que deixam a gente sem rumo? E ela escolheu essa semana pra aparecer. JUSTO ESSA SEMANA que eu já estaria fodida de qualquer jeito por causa das datas simbólicas sem uma enxaqueca pra atormentar cada segundo do meu dia... E ela veio pra ser a cereja do topo no sundae de decisões erradas que essa semana está sendo.

Mas sabe o que é pior? Ela é tolerável durante o dia. Eu fico desconfortável e mal humorada, é claro, mas consigo viver. Consigo me concentrar. Consigo ser ÚTIL. Essa enxaqueca cretina me atinge com força só na hora que eu sossego e vou me deitar: Há três noites que eu não durmo direito e eu nem perdi o meu galinho. E ok que eu consigo me virar bem com poucas horas de sono, mas prefiro quando EU escolho ficar sem dormir, não quando eu sou forçada.

Tem a enxaqueca e ainda tem a faculdade - É possível amar meu curso mas odiar 97,3% das pessoas que fazem o mesmo? DÚVIDAS. QUESTÕES. E ainda tem as tretas em casa  - Há um limite para as cobranças? Um dias as pessoas perceberão que, embora eu sempre tenha tido o desejo de ser um super herói, eu ainda não tenho o poder de ser onipresente? DÚVIDAS. QUESTÕES.

Tem a enxaqueca, a faculdade, a família e, POR INCRÍVEL QUE PAREÇA, ainda tem o tédio - que me faz dar aquela reboladinha na frente das ciladas: Ontem mandei mensagem pra um moço muito gato* chamando pra tomar café e o moço sabe que eu não tomo café e aceitou mesmo assim... E eu achei que ele fosse dar alguma desculpa, não acho que tô com essa moral toda, mas aparentemente estou. 
Tem tudo isso e ainda tem a carência, cara... Carência é foda. Carência é osso. Carência é tenso. A carência me fez dizer, numa conversa com um dos meus melhores amigos, que eu pagaria pra um japonês dormir de conchinha comigo num dia desses (E EU NEM CURTO DORMIR DE CONCHINHA, PELO AMOR DE DEUS!).



________



Eu tenho pensado em muita merda. 
Muita.
Merda do tipo "Ask, do Smiths, é uma música sobre um casal que namora há muito tempo, tem uma vida sexual marromeno e quer discutir jeitos de inovar, quer botar sexo anal na conversa, mas um acha que o outro vai achar rude, indelicado e tal" discutida na mesa de bar, com pessoas em volta prestando atenção no que eu digo como se eu estivesse revelando o terceiro segredo de Fátima (AMIGOS, É POR ISSO QUE EU AMO VOCÊS. Eu não digo mas eu sinto. Creiam.).


Fico pensando em como seria maravilhoso se eu conseguisse, como nos bons dias, canalizar toda a minha criatividade, meu bom humor e minha hiperatividade (consigo ser hiperativa mesmo com a enxaqueca. Sou errada? Sou bandida?) pra uma coisa útil, tipo o estabelecimento da paz mundial. Eu penso nisso e aí boto a culpa na enxaqueca por não conseguir fazer... E esqueço que a enxaqueca não aparecia há muito tempo. 


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Ontem tava no ponto de ônibus pra ir pra casa, com os olhos fechados e a cabeça a ponto de explodir, ouvindo Jorgimateus (ontem foi um dia diferente) e feliz porque o dia tava acabando e eu finalmente ia poder dormir quando pensei: Hoje ainda é terça. Amanhã ainda vai ser quarta. Estamos na metade da semana e eu já fiz mais drama em dois dias do que a Cia Wolf Maia de Teatro em toda a sua existência.


__________



Hoje de manhã eu fui correr. Odeio correr, mas sei que preciso fazer alguma atividade física e escolhi corrida porque posso fazer quando tô com raiva e logo esqueço os motivos que me deixaram com raiva porque fico concentrada no fato de que eu ODEIO correr e não fui anatomicamente projetada pra correr (peito grande, perna curta, coxa grossa... Se você é do tipo que precisa de uma imagem mental imagine a Phoebe correndo só que com menos carisma). Funciona. Funcionou.

Jesus Cristo... Se essa dor de cabeça não parar HOJE eu saio do curso daqui a pouco e vou direto pro hospital tomar Buscopan de canudinho.  Mas isso é só pra mais tarde. Agora eu ainda tenho que ir almoçar (e, pelo cheiro, tão servindo frango no bandejão).






*não é qualquer moço muito gato. Há uma história por trás desse moço muito gato. Uma história de vacilo meu, é claro, porque todas as minhas histórias possuem pelo menos um vacilo. Outro dia eu conto. Ou hoje mesmo na madruga boladona. Não vou dormir mesmo.  ¯\_(ツ)_/¯







(embora pareça isso não é um post patrocinado pela Kátia Cega)

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

I can't tell you how I feel - my heart is like a wheel




I wanna tell you and now's the time
I wanna tell you that you're going to be mine
I can't tell you how I feel
My heart is like a wheel
Let me roll it, let me roll it to you
Let me roll it, let me roll it to you

_____________

'Cês me desculpem... É que eu preciso trabalhar nessa coisa de demonstrar meus sentimentos sem ser por meio de explosões (sejam elas de amor ou ódio). 
Tá certo que o que eu sinto tá estampado na minha cara, mas também tá certo que NINGUÉM É OBRIGADO A DECIFRAR, então falar o que estou sentindo ao invés de esperar que a pessoa descubra magicamente é uma coisa boa e vou trabalhar mais nisso.
Mas tenham paciência, ok?
Obrigada.

Do I have to keep on talking till I can't go on?

"Me impressiona você ser solteira, Beatriz"





Life is very short and there's no time for fussing and fighting,my friend

Hoje eu acordei meio...



Dig din dig din

sábado, 8 de novembro de 2014

O amor é fodido

"Só quem já se livrou de amar pode se dar ao luxo de lembrar"
- Miguel Esteves Cardoso em "O amor é fodido"

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Ai que vontade, ai que vontade que me dá

Se precisarem de mim nessa sexta-feira (e, provavelmente, no sábado e domingo também):






(Como já diria um grande amigo estou num momento ANTISSOCIAL PRA CARALHO™)

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

I got no regret right now (I'm feeling this) - 2

Mas antes que vocês se preocupem a chateação geralmente dura quase nada e eu me pego imaginando uma cena parecida com a minha predileta de Stallone Cobra.




SEM RESSENTIMENTOS.




I got no regret right now (I'm feeling this)

A PIOR coisa de ser (ou tentar ser) uma pessoa melhor, menos apegada, menos mimizenta e que dá menos valor a coisinhas ridículas é que NEM SEMPRE é fácil ignorar todas as cagadas e pisadinhas de bola que acontecem. E aí eu me afogo num copo de cerveja que nela esteja minha solução eu me pego me sentindo FISICAMENTE MAL por coisas que merecem, no máximo, meia hora de raivinha durante uma hora de tédio no almoço.

Eu sei. Eu sei de verdade.
Faz nem uma semana que eu disse aqui que é só me dar um sorrisinho torto, pegar na minha cintura e me beijar que eu já derreto toda e hoje eu tô aqui falando que sou mimizenta e não consigo ser madura e desapegada sempre.
Mas é assim que é, pô! Vou fazer o quê?
Eu deixo pra lá as maiores cagadas do mundo e me vejo guardando rancor por mensagem ignorada.


Quando é que eu vou parar de ser trouxa?




I'm not in this scene I think i'm falling asleep

But then all that it means is I'll always be dreaming of you






(Tenho a impressão de que eu já melhorei MUITO nesse aspecto de um modo geral... Mas ainda existem c e r t a s p e s s o a s  em certas situações que mexem comigo mais do que eu gostaria)

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Segura a barra: a bruxa está solta!

Do horóscopo mensal para Sagitário do UOL:



"Você estará cativante, atraindo amores e paqueras a partir de 17 de novembro. Será um período fértil para os sagitarianos a fim de namorar ou paquerar. Pendências amorosas do passado podem ser resolvidas até 20 de novembro; passe a limpo e olhe para frente. Com chuvas e trovoadas no reino astral, o fim de novembro traz mansidão e alegria a todos os corações sagitarianos, empolgados e românticos com novas conquistas. Quem estiver comprometido tem de abrir espaço para as amizades e a vida social mais fluida e leve. A última semana será ótima para reuniões e festas com amigos -- e você ainda fará novos."


Depois desse final de semana eu ler isso só me faz pensar em um gif:




(risos)

Hoje eu acordei meio...


DIVA.