quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Neko Case




Eu não sei nada sobre ela. Nem joguei na wikipédia.

Eu conheci quando ela fez a versão de "She's not there", com o Nick Cave (cantor que curto pra caramba) pra trilha de True Blood, mas creditei ao Cave. E num dos meus episódios predileto de True Blood, quando Eric (sdds) e Sookie ficam juntos pela primeira vez, ela canta "I wish I was the moon" perfeitamente, divinamente e numa cena fantástica. Não deu pra ignorar. Cacei algumas músicas, gostei de todas.


Eis meu TOP 5:

5. The Next Time you say forever





4. This Tornado Loves you




3. Vengeance is Sleeping





2. I wish I was the Moon




1. Night still comes






#Bônus - She's not There (with Nick Cave)


segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Oi, meu nome é Beatriz e hoje eu tô meio pirada em "Divina Comédia Humana", do Belchior...

...E achei engraçadinho porque né... A musa do Dante, da Divina Comédia, chamava... Beatriz.




Estava mais angustiado que um goleiro na hora do gol
Quando você entrou em mim como um Sol no quintal
Aí um analista amigo meu disse que desse jeito
Não vou ser feliz direito
Porque o amor é uma coisa mais profunda que um encontro casual
Aí um analista amigo meu disse que desse jeito
Não vou viver satisfeito
Porque o amor é uma coisa mais profunda que um transa sensual
Deixando a profundidade de lado
Eu quero é ficar colado à pele dela noite e dia
Fazendo tudo de novo e dizendo sim à paixão morando na filosofia
Eu quero gozar no seu céu, pode ser no seu inferno
Viver a divina comédia humana onde nada é eterno
Ora direis, ouvir estrelas, certo perdeste o senso
Eu vos direi no entanto:
Enquanto houver espaço, corpo e tempo e algum modo de dizer não
Eu canto



O importante é que faz Sol com ou sem você

Todo dia um jeito novo de te esquecer
Mas sempre arrumo um tempinho pra perder com você
Finjo que encontrei alguém pra ficar no seu lugar

Já me deu tantos motivos pra te detestar
Eu que insisto no motivo que me fez gostar


(Antes de você ir embora, deixa eu te pedir só mais uma coisa: Fica!)

sábado, 24 de janeiro de 2015

DL2015 #2

3 - Que contenha números no título






Esposa 22 (Wife 22) - Melanie Gideon
tradução: Adalgisa Campos da Silva




"Alice e William Buckle se casaram apaixonados. Mas, dois filhos e quase vinte anos depois, Alice está entediada. Por isso, quando recebe um convite por e-mail para participar de uma pesquisa on-line sobre casamentos, ela aceita num impulso. Respondendo às perguntas enviadas por um pesquisador anônimo e carismático (Pesquisador 101), Alice (Esposa 22) tem a oportunidade de reexaminar a história do próprio relacionamento."





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No geral: ★ 



(Então... É uma resenha... Eu PRECISO avisar que vai ter spoiler? E, em caso de precisar, dizer que É UMA RESENHA já vale como alerta de spoiler? Grandes questões.)




Eu preciso dizer uma coisa: AMO chick-lits. AMO. Esses livrinhos rápidos de ler, com uma historinha meio previsível e personagens que são clichês ambulantes me deixam encantada pelas horas que eu gasto lendo mesmo que eu esqueça uns dois dias depois ou confunda todos os personagens, todas as histórias com todos os livrinhos do mesmo estilo que eu já li.
Então quando eu vi "Esposa 22" e li a sinopse eu topei, claro, por quê não?

E devo dizer que...


Mini Romances - 1 e 2

1. Paulo Nobre

Conheci o cara pelo Tinder, nós saímos. Ao vivo ele parecia o Paulo Nobre e eu, que não sei calar a boca, chamei de Paulo. Entre explicar que eu não tava pensando num ex, que eu nunca saí com ninguém chamado Paulo, e explicar que eu tava falando que o cara de 25 anos me fazia lembrar um que deve ter uns 50... Escolhi a verdade.
Nunca mais saímos.


Aí complica né, amigo?


2. Você não é Chico Buarque
Conheci o cara por amigos em comum, em rolês dos amigos. Uma vez ele foi me buscar em casa, meus pais viram e - só de olhar - não foram com a cara dele. Achei que era implicância e continuei seguindo, mas caí na besteira de falar que meus pais tavam meio cismados com ele. O cara foi me buscar em casa uma segunda vez e, com o rádio tocando no último volume, botou "Jorge Maravilha" e cantou o "VOCÊ NÃO GOSTA DE MIM, MAS SUA FILHA GOSTA" na frente dos meus pais.
Nunca mais saímos.
(e eu tive que ouvir, por umas duas semanas, que meus pais estavam certos, que eu deveria prestar mais atenção neles bláblábláblá)





sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Sobre narizes e beijos - nossa primeira DR

A primeira vez que eu te beijei no céu da cidade de neón:
( ) pulei nos teus braços, me joguei, voei - VOEEEEEEI.
(x) me senti incomodada por causa do seu nariz.


_Poxa, amor, isso é sério?

_Sério, meu bem. Me desculpa... Mas é verdade. 
_Mas como assim? Você não gostou do beijo?
_Não, é claro que gostei! Se não tivesse gostado eu teria dado meu jeito pra não te beijar nunca mais! É claro que eu gostei!
_...Mas você se sentiu incomodada...
_Você foi a quarta pessoa que eu tinha beijado na vida, a primeira com um nariz grandão... Eu não sabia como agir, só fiquei apreensiva...
_Mas e o fulaninho lá de aparelho... Beijar alguém com aparelho não é pior?
_Ah, não sei... Foram só selinhos, não teve lingua, você sabe. Era namorinho do fundamental naquela época.
_Mas ele poderia cortar tua língua com aquele monte de ferro, o que você acha que eu ia fazer com o meu nariz? Te cegar?
_...
_Não, amor... Você não achou que eu fosse te cegar, achou?
_Era nosso primeiro beijo, meu bem... Essas paranóias acontecem.
_Mas como é que eu ia te cegar com o meu nariz???? E durante um beijo???? Como, amor, como?
_Ah, não sei... Sei lá, não era bem cegaaar... Era só... Cutucar meu olho...
_Você tá louca e me chateando com sua loucura.
_Descuuuuuuuuuulpa, meu bem... Eu só tô sendo sincera... Eu achei, oras. Mas é claro que isso passou assim que você me beijou!
_Você tava pensando nisso quanto tempo antes?
_Desde quando eu comecei a pensar na possibilidade de te beijar, oras...
_Mais de seis meses antes da gente se beijar pela primeira vez! Como é que você ficou tanto tempo com essa paranóia????
_Aaaah, não sei... Você sabe como eu sou, não sabe? Eu tô lá sem fazer nada e PLIM uma paranóia surge... Mas essa foi boba, amor... Vamos rir disso, vai? HAHAHA... Vamos? Dá risada e esquece isso? Você pode colocar na lista de coisas que eu faço e você acha burrice, vai? Vamos, dá risada?
_Mas como é que eu posso rir se a minha namorada acha que eu posso cegá-la COM O MEU NARIZ toda vez que a gente se beija?
_Aff.
_Aff? Amor, essa coisa é séria... Eu não vou te cegar.
_Eu sei que não.
_Mas o meu nariz incomoda você?
_É claro que não! Eu já disse que foi um pensamento bobo que surgiu antes da gente se beijar e sumiu no instante que a gente se beijou...
_...Mas te cegar, amor?
_Eu sempre fui exagerada, você sabe.
_Isso não passa mais pela sua cabeça?
_De jeito nenhum...
_Mesmo?
_Juro. Eu nem penso em nada quando a gente se beija.
_Como assim?
_Ah, você me beija e eu não consigo pensar em nada...
_Não entendi...
_Seus beijos, meu bem... Eles são meu prozac particular... Você me beija e eu não penso em mais nada, só no beijo, só em como eu estou feliz...
_VOCÊ TÁ DIZENDO QUE MEU BEIJO É UMA DROGA?
_...



"Mas ter nariz romano é coisa de grandes líderes, meu bem... O Sarcozy tem" "Grande merda, o Sarcozy é um lixo!"




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Qualquer semelhança NÃO É mera coincidência :)




quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

But are we all lost stars trying to light up the dark?

Ok.
Eu sou uma romântica que SEMPRE espera por coisas melhores, que vê beleza nas coisas mais ridículas e que - no fundo no fundo no fundo beeeem no fundo - realmente acredita em romances fofinhos, dormir de conchinha e fazer planos pro futuro.

Eu só não demonstro porque... Bem... Porque eu sou uma cagona. Porque eu tenho um medo absurdo de cair de cara e ser deixada e ver que meus planos não deram certo.

A última vez que eu me deixei levar por essa coisa de se apaixonar, de fazer planos, de querer alguém por mais do que uma noite, por mais do que uma farra... 
O cara me traiu.
O cara saiu fora sem dar explicação.
O cara virou um monge.
Três vezes me joguei de cabeça quando estava apaixonada. Três vezes caí do cavalo. - Todas essas coisas que acontecem e me fazem tentar UM POUQUINHO MENOS toda vez.

Mas eu sou uma romântica. Confesso.
E eu acho que tô pronta pra me jogar uma quarta vez. E uma quinta. E todas as outras que aparecerem.


(Tô escrevendo porque tô no meio de um surto de fofurice depois de assistir Begin Again e sei que se eu escrever em público terei que seguir, ou vai ter alguém pra me perguntar sobre isso e vou ser obrigada a falar sobre e FINALMENTE tirar essa fofura toda que eu tenho acumulada nesse tempo todo sendo durona)

domingo, 11 de janeiro de 2015

I shot you down

_No que você está pensando?
Era uma pergunta ridícula, mas era a única que eu podia fazer entre todas as outras perguntas possíveis pra quebrar aquele silêncio que já durava bons cinco minutos. Enquanto ela estava deitada no chão ao meu lado, observando a Lua gigante, eu esperava a resposta. Ela mantia-se atenta a qualquer coisa, menos a nós.

_Tô pensando em tudo. Pensando em como tudo mudou. Em como as coisas mudam.

Eu pensei em dizer que "a gente muda o mundo na mudança da mente" ou fazer qualquer citação a músicas ruins que ela entenderia e que  certamente faria com que ela pelo menos olhasse pra mim e quebrasse aquela distância que já se estendia por quilômetros, apesar de estarmos lado a lado.
Mas eu não disse nada. Eu continuei olhando pra Lua, ouvindo Nancy Sinatra falar baixinho no meu celular alguma coisa sobre brincar de cowboy, e dando o tempo que ela precisava pra dizer tudo aquilo que eu sabia que ela queria dizer.
Não demorou muito.

_...Eu fui a mesma coisa por tanto tempo, e agora toda vez eu sou uma coisa diferente... - ela se aproximou, encostando a cabeça no meu peito.

_E todas as suas versões são chatas. Você sabe disso, né? - Eu quis aliviar, porque sabia onde ia dar essa história.


_Sei, claro. E você ama todas elas mesmo assim - ela sorriu, mas o sorriso não chegou aos olhos. - Você me ama, né? Ou pelo menos gosta um pouquiiiinho assim de mim, né?

_Claro que amo. Você sabe. Eu não estaria aqui se não gostasse pelo menos um pouquiiiiinho de você.

Ela ia falar alguma coisa, mas parou no meio do caminho, como se estivesse pensando melhor no que dizer, coisa raríssima nela. Fechou os olhos e ficou assim por algum tempo. Uma das mãos no meu peito, a outra pra trás, numa pose meio contorcionista, meio masoquista.

_E vai continuar assim... Depois de tudo? Quando a gente não for mais do jeito que somos hoje... Quando você mudar, quando você se mudar... - ela parecia tensa esperando a resposta.

Eu sorri também. Então era isso. Ela não precisava falar mais nada.

_Você é minha melhor amiga, apesar de tudo. E a gente ama os melhores amigos, não ama?

_É, acho que sim. A gente sente raiva, a gente briga, a gente quer dar uns murros... Mas a gente ama. Ama sim.

_Apesar de tudo.

_Apesar de tudo.

Eu a abracei, sabendo que aquele poderia ser o último. Não de todos, mas em um bom tempo. Um tempo longo demais para quem estava acostumado a não ter que esperar tempo nenhum. Ela parecia mais leve e finalmente relaxou no meu abraço.
Ficamos um tempo assim, em silêncio, só ouvindo a música que saia do meu celular, até que ela, desvencilhando-se do meu abraço, se sentou sem olhar para mim.
Eu soube que ela estava chorando, mas decidi não falar nada. Tive medo de chorar também.
Olhei pro relógio e vi que já era quase três da madrugada. Ela pareceu ler meus pensamentos.

_Hora de ir pra casa, né? - ela prendeu o cabelo e se pôs de pé, piscando os olhos muito rápido, mas sem lágrimas aparentes.

Eu ainda demorei um pouquinho.  Nancy Sinatra havia decidido falar comigo.
Era a segunda conversa difícil na mesma noite.

"Bang bang, I shot you down
Bang bang, you hit the ground
Bang bang, that awful sound
Bang bang, I used to shoot you down
Music played and all people sang
Just for me the church bells rang"



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Das despedidas de 2012 essa foi a que mais me doeu ♥

DL2015 #1

7 - Um livro que eu comprei pela capa








Cartas de amor aos mortos (Love letters to the dead) - Ava Dellaira
tradução: Alyne Azuma

Prestes a começar o ensino médio, Laurel decide mudar de escola para não ter que encarar as pessoas comentando sobre a morte de sua irmã mais velha, May. A rotina no novo colégio não está fácil, e, para completar, a professora de inglês passa uma tarefa nada usual: escrever uma carta para alguém que já morreu. Laurel começa a escrever em seu caderno várias mensagens para Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Elizabeth Bishop… sem nunca entregá-las à professora.
Nessas cartas, ela analisa a história de cada uma dessas personalidades e tenta desvendar os mistérios que envolvem suas mortes. Ao mesmo tempo, conta sua própria vida, como as amizades no novo colégio e seu primeiro amor: um garoto misterioso chamado Sky.
Mas Laurel não pode escapar de seu passado. Só quando ela escrever a verdade sobre o que se passou com ela e com a irmã é que poderá aceitar o que aconteceu e perdoar May e a si mesma. E só quando enxergar a irmã como realmente era - encantadora e incrível, mas imperfeita como qualquer um - é que poderá seguir em frente e descobrir seu próprio caminho.


(Então... É uma resenha... Eu PRECISO avisar que vai ter spoiler? E, em caso de precisar, dizer que É UMA RESENHA já vale como alerta de spoiler? Grandes questões.)

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No geral: 


A capa desse livro é bem comum e existem  314984174 mais bonitas que ela mas, assim que eu botei meus olhos no "Cartas de amor aos mortos" e li um comentário do Stephen Chbosky dizendo que tinha amado o livro, eu acabei comprando.
Por quê?
É simples:


Os livros que em nossa vida entraram são como a radiação de um corpo negro apontando pra a expansão do Universo...

(a.k.a "Desafio Literário do Era Cilada & Ju sem Filtro")


Eu leio MUITO. Mesmo. Quase tudo, quase sempre.
Se eu tô em casa de bobeira ou tô lendo, ou vendo alguma coisa no Netflix ou jogando RPG com tailandeses em horários esquisitos e, como estou em férias, sem grana e com a internet zoada, tenho lido muito.
Daí que a Ericka, essa maravilhosa, junto com uma amiga (que eu não conheço mas deve ser - NO MÍNIMO - tão legal quanto a Ericka), fizeram um Desafio Literário pra 2015 e eu decidi topar porque talvez - SÓ TALVEZ - eu tenha alguma coisa pra falar sobre os livros que eu vou ler.


Os posts terão sempre DL2015 e o número do item no título e é só seguir a tag DL2015 ali ao lado pra ver o que eu já escrevi
Então fiquem ligadinhos.



Os itens do DL da Ericka e da Ju. Já escolhi quase todos. 'Cês sabem algum autor que tenha como iniciais BL?






quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Filipe Catto CANTA minha vida amorosa

Parece que a gente bateu um papo, depois tomamos porre de whisky e, no dia seguinte ele musicou todas as minhas histórias.


2 Perdidos - Filipe Catto
"Quando eu quis você, você não me quis
Quando eu fui feliz, você foi ruim
Quando foi a fim não soube se dar
Eu estava lá mas você não viu"



Juro por Deus - Filipe Catto
"Foi quando o samba chorou outra vez
E o nó pesado esquecido no peito desfez
E eu me banhei, eu me perfumei
E então decidi
Usar o decote mais abusado que existir

E eu vou abrir a fenda até o meu umbigo
E eu vou dormir com
Aquele teu melhor amigo
E me matar de ciúme por ti?
Ah! Por favor!
Se é pra morrer
Que morra você, meu amor!"




Adoração - Felipe Catto
"Como relâmpago, silêncio
Passe de milagre você me pintou
Me toma em teu compasso
Que só no teu abraço
Que eu me escondo do mundo

Pele que é pele não mente
Não esconde, não dissimularia
Meu corpo seja palco
Vertido e tomado em pelo à tua poesia

Eu adoraria, eu adoraria
Saber o percurso da tua boca à minha
Eu adoraria, eu adoraria
Ter de noite e de dia

Me perder na linha
E me encontrar no escuro desse seu olhar

Pele que é pouca e não se aguenta
Morre de vontade, dispensa ladainha
Meu corpo seja palco
Vertido e tomado em pelo à tua poesia

Eu adoraria, eu adoraria
Verbo imperativo da tua língua à minha
Eu adoraria, eu adoraria
Ter de noite e de dia"



Negue - Filipe Catto
"Negue seu amor, o seu carinho;
Diga que você já me esqueceu.
Pise, machucando com jeitinho
Este coração que ainda é seu.

Diga que o meu pranto é covardia,
Mas não se esqueça
Que você foi minha um dia!

Diga que já não me quer!
Negue que me pertenceu,
Que eu mostro a boca molhada
E ainda marcada pelo beijo seu."



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E só, que não vou dar a minha vida amorosa assim DE BANDEJA.

Filipe é de 1990.
Mas vamos falar do Filipe, que é 9inho (nasceu em 1990), gaúcho e tem uma voz absurda e parecida com a do Ney Matogrosso. 
Esse é o Jon Snow. Achei pertinente colocar aqui.


Mas é mais do que isso, sabe? Tem alguma coisa ali que eu não sei explicar, mas é completamente foda. 
Saga, a primeira música dele que estourou, foi trilha sonora de Cordel Encantado, uma das minhas novelas prediletas.
Ano passado ele deu uma palhinha no show do Ludov e me deixou derretida de tanto amor, além de ter feito um monte de shows cantando Cássia Eller ♥

O fato é que Filipe é a única coisa que eu tenho escutado nos últimos dias. Fato que talvez seja a razão da minha amargurinha crescente dos últimos dias - e É MUITO PROVÁVEL que o que eu tenho escrito nesses dias não esteja vindo pra cá porque está TUDO tomado pelo sentimento de que não é hora ainda de botar pra fora (ou porque estou com preguiça de digitar, também é válido)...
Mas NÃO CONSIGO parar de ouvir Filipe. Não consigo.
Ele tem covers sensacionais de Je ne regrette rienNe me quitte pasVocê é linda e Puro Êxtase.
E eu recomendo a todos. Sério.
Vão ouvir.

domingo, 4 de janeiro de 2015

É só pensar em você que muda o dia

É engraçado como as coisas funcionam, né?
Você não pensa num assunto e quase nem lembra desse assunto por uns dias... Mas assim que alguma coisinha traz a lembrança... É impossível pensar em outra coisa.


Tá chato. Não quero.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Ideias para Mashups #1

Um mashup de "Do you want to", do Franz Ferdinand, com "Vc vc vc quer", da Mulher Melão.

Começa a introdução de "Do you want to" e usa como fundo (porque essas batidinhas de funk são muito parecidas e não tem muita graça).



Eu sou a mulher melão o meu ritmo é assim
you're lucky lucky you're so lucky
do you do you dou you
paga pra mim paga pra mim...


Quero por silicone well do you do you do you want to?
Quero carro importado well do you do you do you want to?
Quero cordão de ouro well do you do you do you want to?
Quero roupa de marca well do you do you do you want to?
Mas eu não sou mercenária. 
I'm gonna make somebody love me
Os home é que são facinho 
I'm gonna make somebody love me...



Fazem o que as mulheres querem só pra ter nosso corpinho 
Well he's a friend and he's so proud of you...



You're famous friend and I blew him before you
Paga pra mim paga pra mim paga pra mim... Vc vc vc vc vc vc vc queeeer
tchutchuru tchururururururu

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Das músicas que revelam uma obsessão que deve ser tratada (8)


Por Inteiro - Marjorie Estiano


Daqui não saio
Mesmo que você não queira nada comigo
Mesmo que você me troque por outra pessoa
Mesmo que você não veja nem mais sentido
Mesmo que você maltrate ou me deixe a toa
Mesmo que você me trate feito um bandido
Que eu corra perigo

Daqui não saio mesmo que a gente brigue e vire notícia
Mesmo que você se dane e me mande embora
Chame a polícia

Eu quebro a minha cara e me tranco no banheiro
Paixão amplificada, o amor é verdadeiro
Eu sem você sou nada, por inteiro
Eu quebro a minha cara e me tranco no banheiro
Paixão amplificada, o amor é verdadeiro
Eu sem você sou nada, por inteiro

Laiá, laiá, laiá

Eu quebro a minha cara e me tranco no banheiro
Paixão amplificada, o amor é verdadeiro
Eu sem você sou nada, por inteiro
Eu quebro a minha cara e me tranco no banheiro
Paixão amplificada, o amor é verdadeiro
Eu sem você sou nada, nada, nada, nada, ahhh

Laiá, laiá, laiá





Todo cuidado é pouco com gente que não consegue enxergar que um relacionamento acabou e insiste nessa cilada achando que tá fazendo coisa boa.