sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Deus me proteja de mim (e da maldade de gente boa)

Nunca tá bom, sabe? 
NUNCA.
Enquanto eu puder melhorar eu sempre vou querer alguma coisa a mais.  E, quando a coisa fica do jeito que eu quero, quando eu acho que eu já fiz tudo o que eu podia e o que quer que seja já pode andar por conta própria sem que eu precise me dedicar a isso... Eu perco o interesse.

Pra mim, "complicar" e "querer sempre mais" é basicamente "querer por mais tempo".
(E eu não tô falando que tá certo, só tô falando que é assim)
Eu quero sempre mais de mim. 
E de você. 
E da gente. 
E das minhas amizades.
E da roupa que eu escolhi pra sair a noite.
Eu quero sempre mais de tudo. Tô sempre tentando mudar e melhorar.
A tristezinha vem quando, por uma razão ou outra, eu não consigo fazer isso.


Hoje foi bem assim, sabe?
Não deu. 
De novo. Acho que pela... Quarta ou quinta vez (não sei, não tô contando).
Enfim...
Eu quero sempre mais, não consigo e fico frustrada.
Acontece. 
Compenso de outro jeito.
Hoje rola maratona Stallone aqui em casa. Colaí.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

I need a new version of me

(é favor ouvir enquanto escuta o OOEEEOOO... Ô E OO IO IO da abertura original de Felicity)

Tudo começou errado lá atrás porque eu sempre soube que as coisas teriam sido mais fáceis com o Noel e mesmo assim eu sempre apoiei mais o Ben.

O Ben, que mesmo sabendo que Felicity tinha uma queda por ele... PEGOU A MELHOR AMIGA DELA.

O Ben, que depois trocou a melhor amiga pela Felicity ENQUANTO ELA NAMORAVA COM O NOEL (o cara mais legal que jamais deveria ter sido traído).

O Ben, que depois de ter conseguido ficar com a Felicity A TRAIU COM SABE-SE LÁ QUANTAS MULHERES.
O Ben, que ENGRAVIDOU UMA MULHER.
O Ben, que TERMINOU COM A FELICITY NA NOITE DA FORMATURA.
O Ben, que SEMPRE VOLTAVA COM AQUELE CABELO LOIRO DELICIOSO, AQUELA CARINHA DE CACHORRO SEM DONO (Scott Speedman, é culpa sua!) E SEMPRE CONSEGUIA FELICITY DE VOLTA.

Tudo começou errado porque, embora o Noel fosse a aposta mais certa, o Ben era a única que dava a liga.

E desde então eu tenho sido Felicity.
E sabe o que é pior?
Eu tenho sido Felicity com todos os caras que tem aquele quê que dá a liga. Eu tenho sido tolerante, paciente, irracional e babaca (sim, babaca) com todos os caras que pegam de jeito, que tem um sorriso bacana, uma carinha bonitinha... Ou qualquer coisa, por menor e mais insignificante que seja, que me faça pensar nesse cara.
E, embora Felicity seja minha série predileta e Ben tenha me conquistado e sido a única coisa certa desde então...



EU NÃO POSSO ME DEIXAR SER TRATADA COMO A FELICITY FOI!
(PRINCIPALMENTE PORQUE NÃO EXISTE BEN NA VIDA REAL)


aff, Benjamin





quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Benzinho, eu ando pirada e rodando de bar em bar...

Você se toca que é uma pessoa burra (ou fracote, decide aí) quando SABE que tem razão pra ficar puta da vida com alguém, QUER DESESPERADAMENTE tomar uma atitude contra o que a faz ficar assim, mas só consegue sorrir e amolecer toda vez que a razão da sua bronquinha te chama pelo nome com aquela voz e dá uma risada de fazer javalis vomitarem arco íris. Ou, pior do que isso, te chama daquele jeito e te faz aquilo que te deixa com um sorriso de orelha a orelha e te faz esquecer o... quê? O quê mesmo? Qual era a razão da briga?


Burra, Beatriz.

Como você é burra. 
Eu só posso dizer do fundo do meu coração que você é a pessoa MAIS BURRA que eu já vi na vida.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Em cada verso que eu cantar é pra eeeeeela... A musa das minhas canções!

Nessa coisa de sair quase sempre com rapazes de exatas eu NUNCA fui musa de ninguém.
 NUNCA recebi nenhum texto bonitinho dedicado a mim. 
Ninguém NUNCA fez meu coração bater mais rápido com meia duzia de linhas bonitas dizendo o quanto eu sou importante e o quanto o meu cabelo fica bonito no Sol.
Hmpf.





(O máximo que eu recebi foi um "Ó, SEI ESCREVER PEITOS NA MINHA HP...HEHEHE", sério).

Død snø - Dead Snow - Zumbis na Neve

Dead Snow em duas palavras: Zumbis nazistas.




Precisa de mais? Pois então.

(tem spoiler pra caramba)

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Conte ao menos até três - Se precisar conte outra vez




"Sabe uma faca me rasgando, um mundo se acabando, num sei… Gal Costa cantora, Gal Costa a mulher, a mulher terrível, a mulher linda, a noiva, a morta, a viúva , a maravilha… É muito difícil falar essas coisas, eu não sei. 
A Gal Costa sempre me trata com choques elétricos e eu chego pra ver ela e me arrebento por ela e me desarrumo por ela. Não sei… É sempre surpreendente, eu nunca sei o que vai acontecer… E cada vez é como a vida ‘tivesse se partindo, se começando, se acabando…  Gal Costa é muito maravilhosa."


- Tom Zé.



Roberto Carlos que me desculpe, mas "Sua estupidez" parece que foi feita pra ser cantada pela Gal. 








(E eu sempre fico com o coração apertadinho quando escuto essa música. Acho que hoje estou uma batata que cozinhou demais mesmo)

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Grandes problemas universitários que ninguém estuda (1)

- A Circulação da lista de presença


Todo mundo sentado em fileiras ou em círculo e mesmo assim a lista de presença - sem nenhum motivo aparente - pula pessoas que só vão perceber que não assinaram quando o professor já está recolhendo pra guardar.
Qual será a razão?
Por que universitários não conseguem simplesmente passar uma lista sem fazer uma grande confusão?
Será que ANOS respondendo chamada em sala de aula impediram que a skill de PASSAR UM PAPEL PARA O COLEGA IMEDIATAMENTE ATRÁS/AO LADO fosse desenvolvida?
Espero que o pessoal das Humanidades (ou da Psicologia) pense em desenvolver um trabalho sobre isso que traga alguma mudança nesse comportamento.

Os frequentadores de aula chata agradecem.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

When I talk about it It carries on reasons only knew

(ou: "Os dois últimos dias  - Começando com referências infantis, passando por professores gagos e chegando na comparação com batata" ou ainda "Textos que são grandes demais pra virar tweet e que eu não quero colocar no facebook porque não gosto do facebook")


*.*

amigo: Tem umas três noites que eu não durmo, Beatriz...
eu: Perdeu o seu galinho?"
amigo: Q?


*.*

Todo semestre na facool (desculpa, prometo que não faço mais, é só uma indiretinha) a gente tem algum projeto de audiovisual pra desenvolver.
É um documentário, uma propaganda (não faço PP, mas nada contra, tenho até amigos que são), um vídeo educativo... Alguma merda dessas. Todo semestre. Eu até curto, pra ser sincera. Tenho umas coisas bem bizarras na minha conta do youtube que sairam das aulas.
Daí nesse vamos fazer um curta ficcional e sobrou pra mim o bagaço da laranja escrever o argumento (eu digo SOBROU, mas é mais um exagero meu. Eu exagero, é meu jeitinho. Eu praticamente fiz sem ninguém pedir porque... né? Eu gosto de escrever. Essa sou eu: Eu gosto de escrever e gosto de exagerar. Me julguem.). Daí decidi viajar na escrita (foda-se que a gente vai ter que filmar depois) e fiz um conto chamado "O homem que virou ideia fixa" que é uma alegoria maravilhosa para algumas situações reais da DURA VIDA UNIVERSITÁRIA™.  Tô só esperando a professora dar um "OK, VAMOS FILMAR ESSA BOSTA" pra vir pra cá. 

(por quê falei isso? Porque sim, Zequinha)


*.*

Daí que eu tenho um professor gago (Muito gago) e que, além de ser gago, é um picareta que não assume que é picareta e quer botar no rabo dos alunos sem KY e sem consentimento. O que isso vira na mão de universitários? Uma grande oportunidade pra faltar na aula toda segunda-feira sacanear o professor de todas as formas possíveis inclusive usando o cara como alegoria para um conto que virará documentário para outra matéria

amiga: Ow, sabe o *professor sacana*?
eu: Sei.
amiga: Então, sabe a matéria que ele dá? EEUU*?
eu: Claro.
amiga: Então, ela chama EEUU mas originalmente era pra chamar EU,  só que ele não conseguia falar, daí dobraram as letras...

(na hora foi engraçado, juro)


*.*

Tô fazendo um trabalho e preciso dar exemplos de "coisas que precisam ter roteiro". Botei um SHOW DA MADONNA e vou usar isso como exemplo no seminário, fazer todo mundo assistir Madonna na sala de aula. Porque sim.


*.*

amigo: Você é uma batata, Beatriz.
eu: Sou gostosa? Fico bem até oleosa e encharcada? Porque isso é bom, sabe? Tanto calor que eu me sinto as-
amigo: Não. Para. Você é uma batata COZIDA.
eu: Q?
amigo: Você parece firme. Você age como se estivesse firme. Você dá esperanças de estar firme, no ponto, certinha... Mas aí a gente dá uma espetadinha e você ou se desmancha toda ou tá toda dura e precisa de mais tempo no fogo pra ficar pronta.
eu: aff, se VOCÊ não sabe nem cozinhar batata o problema sou eu?
amigo: Tá vendo? Cutuquei e ficou na defensiva. Ainda tá dura.

(migo, manera nas bebida, ainda é terça feira)


*Claro que não é EEUU. É que quero dificultar o stalk. Vivam com isso.

domingo, 19 de outubro de 2014

Nós dois temos os mesmos defeitos...

O que eu mais gosto no fato de sair com um garoto palmeirense é que não rola aquele clima meio chato quando um quer zoar o time do outro, mas acaba rolando aquela dorzinha na consciência de que pode ser uma vitória mais dolorida que o normal e você decide que é melhor deixar isso pra lá e fazer todas as piadinhas envolvendo "Se cair de novo seu time pode pedir música no fantástico porque vai ter caído pela terceira vez, hein?" só na cabeça pelo menos até o clima chato do outro passar - porque afinal de contas você gosta da pessoa e não quer causar a terceira guerra mundial.
Um garoto palmeirense estará de luto junto comigo, legal isso.

Gosto de sair com um garoto palmeirense porque aí não me apaixono por um Joselito que torce pra outro time (geralmente é são paulino, ô raça!) que acha que the zuera never ends e que NÃO GUARDA a piadinha, não respeita o momento de curtir o luto do futebol e faz a piada que vai me fazer ser... bem... um tiquinho... grossa e aí causar a terceira guerra mundial.

Garotos palmeirenses sabem quando uma piadinha machuca demais esse meu coração e geralmente não precisam chegar sorrindo e pedindo perdão. Garotos palmeirenses geralmente só mandam um "aff" pra mim depois de um jogo, daí eu respondo com "é foda, né?" e aí um "pois é" encerra toda a conversa até o dia seguinte.

Eu gosto de garotos palmeirenses.






E TALVEZ - só talvez - eu leve futebol um pouquinho em conta demais.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Oi, meu nome e é Beatriz e o tempo passa, o tempo voa...

E teve uma época, num passado nem tão distante,  em que se alguém viesse me dizer que eu sou ciumenta eu me transformava na hora no Quércia e saia de perto batendo o pé.


Hoje se alguém vier me dizer que eu sou ciumenta... O que eu posso dizer?




¯\_(ツ)_/¯




(Tô aqui me agarrando ao fato de que eu não sou a LOUCA DO CIÚME pelo menos, sou só uma ciumentinha de leve)

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

TOP 5 - Cenas (não tão celebradas) de Alta Fidelidade

(Tem spoiler do filme - É CLARO!)

Alta Fidelidade é um filme de 2000 baseado no litro homônimo do meu autor predileto - o excelentíssimo sr. Nick Hornby - e conta a história de um cara meio loser que tem um tiquinho de medo de assumir compromissos (devido ao seu histórico amoroso ridículo, talvez? Será que soa familiar pra alguém? Pra mim não, viu? ), além de ser um sabe tudo sobre música pop.
O filme mostra o cara analisando os amores do passado depois de tomar um pé na bunda (no presente) pra tentar entender  - talvez - o que deu errado, enquanto se torna um pouco obcecado pela ex e pelo atual dela (que tem um rabinho de cavalo tipo o do Steven Seagal... hahaha).
Eu poderia falar TUDO o que eu amo sobre esse filme (e provavelmente ainda irei, sorry not sorry): A trilha sonora, o John Cusack, o Jack Black cantando Let's get it on, as listas que o Rob faz, a Marie cantando Peter Frampton, as tiradinhas sobre o amor com os quais todo mundo se identifica, as cenas que a gente imagina que aconteceram - mas só aconteceram na nossa cabeça... Mas hoje eu só vou fazer uma lista (no melhor estilo Rob Gordon) das cinco cenas não tão badaladas do filme que eu mais curto. 

Lá vai:

5. Rob Gordon após o funeral do pai da Laura - no ponto de ônibus e um pouquinho antes de pagar um puta mico


Depois de vários rolês errados, reencontros com ex, fodinhas ocasionais e uma boa dose de paranóia o Rob finalmente se vê numa situação em que ele pode se reaproximar da Laura. PENA que é no funeral do pai dela.
Entre as indiretas da ex-cunhada, a ex-namorada chorosa e a amiga do casal que fica ali no meio de campo sem saber direito o que fazer se faz um climão ainda mais gostoso do que o de um funeral já é... E o Rob decide ir embora - Mesmo com a chuva de verão em São Paulo (procês terem uma ideia) que tava caindo, só pra vocês notarem como o clima tava delicia.
Daí ele tem um puta insight sobre si mesmo que vale pra ele encarar também o relacionamento com a Laura. 
Acho incrível como essa cena se encaixa bem na minha vida em VÁRIOS momentos (mas eu, ao contrário do Rob, ainda não aprendi. Me deixa!).





4. Rob Gordon falando sobre as coisas que  importam num relacionamento

Tenha você a sua ideia de que opostos se atraem, iguais duram mais... Sei lá, tanto faz... Fato é que MESMO se a pessoa for muito diferente tem que ter alguma coisinha - por mínima e insignificante que seja - pra juntar o casal em algum momento. 

O Rob defende que são as coisas que a pessoa gosta. Eu sou mais atraída pelas coisas que a pessoa odeia (e se a gente odeia as mesmas coisas, afff que relacionamento maravilhoso eu já monto na minha cabeça ♥).
Claro que isso é UM POUQUINHO imaturo... Mas a gente faz assim mesmo.




3. Laura fugindo da dor


Essa cena é depois do discurso do quinto lugar e do mico que o Rob paga (Não vou contar, vejam o filme!) Ela aparece de carro, dá uma zoada, eles trocam umas palavrinhas e aí ela fala isso.



O Rob ainda manda um negócio mais ou menos assim: "Você quer ficar comigo porque tá cansada demais pra não ficar? Eu sou tipo seu plano B já que a sua vida sem mim não funcionou e você prefere transar de vez em quando com um cara que já te conhece do que ter que viver sem isso ou ter que procurar outros caras, passar por toda a parte chata de conhecer, treinar, etc?" e ela responde com um "Sim". E é claro que eles transam. QUEM NUNCA? É claro que é bem mais do que isso, né? Mas tirando do contexto eu me identifico bastante - a diferença, a sutil diferença, é que eu NÃO TENHO um Rob Gordon. 
Nem sempre dá pra gente ser forte, nem sempre a gente consegue aguentar os rojões que a vida estoura na nossa cara sem ficar na pior e, nessas horas, a gente acaba procurando alguma coisa pra dar uma fugidinha da nossa situação de merda nem que seja por 15min.  Já renovas as energias e dá aquele gás pra gente continuar.



2. Rob Gordon e as pessoas que a gente ama

Não importa se você é um coração de pedra ou uma manteiga derretida... Você SEMPRE tem alguém que está acima de todas as coisas, alguém que consegue te acalmar, aliviar, deixar feliz com meia dúzia de palavras ou - por mais incrível que possa parecer - só com a presença.
O Rob fala um pouco disso: Tem gente que por algum motivo mexe com a gente, fazem a gente ficar bem, tipo como se a gente pudesse ficar em casa o dia inteiro de pijama só fazendo coisas gostosas. Essas pessoas tem esse dom. Eu me identifico porque é ISSO que eu quero num relacionamento, num nível mais ~profundo~ e ~romântico~ e ~idealizado~.


Eu odeio coisas que muita gente odeia e muita gente ama o que eu amo, mas ISSO... Acho que eu encontrei só uma vez essa coisa de "estar com você é estar em casa mesmo no meio da guerra".
PORÉM INFELIZMENTE NÃO DEU



1.  Marie la Salle falando sobre sexo casual  


Não tem muito o que explicar. Acho que essa cena é um pouco óbvia.
Acho sexo importante também e só coloquei isso porque justifica bastante várias atitudes que eu já tomei (hehehehehehe). Se for consensual e divertido VALE TUDO, né?




BÔNUS - Você está na lista, Laura. Parabéns.


Eu falei que o Rob é um sujeito muito paranóico, não falei? Um tiquiiiiiiiiiiinho descontrolado.
Pois é. Eu me identifico um tiquiiiiiiiiiiiinho também. Essa cena é maravilhosa. Ele tem uma noite do capeta imaginando a Laura e o novo namorado transando e se enche de sofrimento e aí ela FINALMENTE entra na lista dos cinco maiores traumas amorosos da vida dele.


(E caso você esteja se perguntando: SIM, eu tenho a minha. E existem MUITOS ENGENHEIROS nela!)

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Sempre que eu forço minha letra pra ficar bonita ela sai essa porcaria

Esse post faz parte dos Temas do Mês de Outubro do Rotaroots, um grupo no facebook que incentiva a FABULOSA ARTE DE ESCREVER EM BLOGS™ e sempre dá ideias de temas legais.


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terça-feira, 14 de outubro de 2014

Você tem pressa, só quer chegar ao que interessa...

...Você deixou pra trás o que não quer mais encontrar.


VAI TER SHOW DO CACHORRO GRANDE NO POMPÉIA NO FINAL DE SEMANA
EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE

SEXTA TENHO AULA E SÁBADO TEM A FESTA DA MINHA PRIMA
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH



____
Tá foda.
Eu só queria ouvir o Costa do Marfim ao Vivo.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

No fundo eu sou otimista

Esse post faz parte dos Temas do Mês de Outubro do Rotaroots, um grupo no facebook que incentiva a FABULOSA ARTE DE ESCREVER EM BLOGS™ e sempre dá ideias de temas legais.


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Eu gosto de escrever. Simples assim.
Nem tô falando que escrevo bem, que escrevo coisas relevantes e que daria pra pegar o que eu escrevo e viver disso, coquinhos e água potável numa ilha deserta. Tô só falando que gosto de escrever e, de vez em quando, gosto que as pessoas me leiam - mas só de vez em quando, e nem precisa ser todo mundo. É por isso que eu mantenho diários desde 1998 - mas os meus diários eu não curto que leiam, então... Eu comecei um blog em 2007 (o Lado Bê, que não é finado, mas é fechado). 

Em 2007 eu tava passando uma fase maravilhosa: Primeiro emprego, ano de vestibular, tinha dado uma pausa no namoro que vinha desde o segundo colegial pra poder estudar (e, estando o dia inteiro num cursinho pré-vestibular, é surpreendente como eu NÃO FIZ apenas isso), temporada deliciosa da F1 (que terminou com título do Kimi ♥), o Corinthians numa pior (e o meu Palmeiras surpreendentemente não!) e é claro que estava mais inspirada do que nunca com o monte de novidades que minha vida tava recebendo.
Era natural ter um blog com meu histórico e com o momento. E eu tive.

O Lado Bê durou de 2007 a 2014.
Ele foi um blog fechado a maior parte desse tempo principalmente por causa do tom dos textos: A maioria era pessoal demais e, por esse motivo, óbvio demais para todos os envolvidos que por um acaso acabassem lendo. Nem os apelidos, nem as tags, nem as mudanças e nem o tempo que eu esperava pra postar (algumas histórias eu só contava meses depois) me isentariam de magoar ou ferir qualquer ego que chegasse ali - e, por mais que eu pareça encrenqueira, dou até abraços pra não entrar em tretas desnecessárias.
Por ele ter coberto esse período enorme da minha vida (vai... Sete anos é muita coisa!) ele acabou se tornando uma coisa meio dolorosa de acessar e, ao mesmo tempo, impossível de deletar. Eu não queria que ninguém mais tivesse acesso aos meus textos antigos, mas não queria me desfazer deles totalmente, nem parar de escrever. Então pareceu óbvio mudar.
E foi o que eu fiz há pouco mais de um mês.

O nome "No fundo eu sou otimista" veio em uma tarde em que eu estava relendo o Lado Bê e me deparei com uma música (eu posto muita música) que c e r t o s r a p a z e s disseram que tinha tudo a ver comigo: Doce de Pimenta, da Elis Regina e da Rita Lee. 
E, embora hoje o rapaz em questão seja só uma lembrança (e não das tão boas) o que ele disse não deixa de verdade, sabe? A música é bem BEATRIZ LOURENÇO mesmo. Daí decidi adotar de vez e ainda dei uma dica de leve sobre o tom que eu quero dar pra esse blog na primeira postagem dele.

Não vai ser TÃO pessoal quanto o Lado Bê, mas espero que seja igualmente divertido e que me traga coisas boas -  do mesmo jeito que o Lado Bê trouxe. 


domingo, 12 de outubro de 2014

TOP 5 - Brinquedos que marcaram minha infância

Esse post faz parte dos Temas do Mês de Outubro do Rotaroots, um grupo no facebook que incentiva a FABULOSA ARTE DE ESCREVER EM BLOGS™ e sempre dá ideias de temas legais. A ideia desse é listar os cinco brinquedos prediletos da nossa infância que a gente gostaria de ter guardado/guardou pros filhos. 


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Uma história que minha mãe adora contar pra todo mundo é a de que eu não entrava no meu quarto sem fazer MUITO BARULHO antes pra dar tempo dos brinquedos voltarem pro lugar deles e eu não ter que encarar o fato de que minhas bonecas tinham vida (só as bonecas, tá? Que eram MINI GENTE. Ursinhos e carrinhos eram ok).
Sim.
Eu tinha medo de bonecas e tenho um pouco até hoje daquelas gigantes que falam.
Fui criada com o Chucky*, não com Toy Story. 
Desculpa.

Repara que eu NEM ENCOSTO nas bonecas.


Dito isso, as únicas bonecas que eu ganhava eram de pessoas próximas o bastante pra dar presente, mas não pra saberem que elas iriam ficar guardadas numa caixa que eu não ia abrir nem pra tirar pó (Sério. Quando eu fui fazer a primeira grande doação de brinquedos da adolescência as minhas primas mais novas ganharam umas cinco ou seis bonecas ainda na caixa. Fosse eu mais capitalista teria vendido todas no Mercado Livre. Perdi.).
E isso foi bem legal porque era bem chato entrar no quarto batendo os pés e ficar acordada de madrugada imaginando que as bonecas estavam planejando minha morte eu ganhei um monte de brinquedos ~diferentes~ que eu aproveitei pra caramba.
Alguns desses brinquedos marcaram minha infância a ponto de eu não ter conseguido dar embora ainda (não sou TÃO desapegada e altruísta quanto o Andy, desculpa de novo) ou me lamentar todos os dias por ter me desapegado deles.
Aqui vai uma lista:


5. A "Barbie" careca
"Aiin, como assim? Você disse que não gostava de boneca e tá aí falando de uma logo no primeiro item?" Pois é. 
Sabendo que eu tinha PAVOR de bonecas, mas achando que isso não devia ser uma coisa muito normal, minha avó comprou uma dessas imitações de Barbie que vendiam em feira livre por cinco reais (ela não ia gastar dinheirão num brinquedo que nem sabia se eu ia gostar, né? Certa estava vovó!) e me deu. Era uma dessas imitações bem porcas, mas vinha com um monte de roupinhas e um monte de perucas pra eu poder mudar o cabelo dela quando quisesse.
Pois bem. Vovó acertou e conseguiu que eu me apegasse àquela boneca esquisita, mas acho que eu devo ter causado algum tipo de preocupação porque não tinha Cristo que me fizesse colocar uma peruca nela: Eu só curtia brincar com a boneca quando ela tava totalmente careca.
Eu lembro que eu achava aquela a boneca mais bonita que eu já tinha visto na vida, achava que ela tinha uma puta personalidade (traduza isso na linguagem de uma menina de seis anos, ok? Eu achava que ela era "estilosa", sei lá) e que era a mais corajosa de todas as bonecas do mundo.
Depois dessa eu realmente fiquei mais suave com essa coisa de medo de bonecas porque uma boneca daquele tamanho eu conseguiria vencer numa briga e aí eu tive uma fase que eu ganhei todas as bonecas (Barbie, Suzy e genéricas de feira) que eu não tinha ganhado em seis anos, mas a minha predileta sempre foi a Barbie careca.
É por esse motivo que eu não entendo até hoje como é que eu dei pras minhas primas e COMO É QUE VOCÊ JOGOU FORA PORQUE ERA FEIA, JULIANA? COMO VOCÊ PODE FAZER ISSO? PRA QUÊ TANTA CRUELDADE?


4. O boneco Armstrong
"Mas OUTRO boneco? Isso porque você tinha medo, hein?" - Nossa, não enche.
Tinha um quadro do programa do Gugu que ele ia na casa das pessoas e, se elas tivessem alguns itens, ganhavam dinheiro e UM MONTE DE BRINQUEDOS. Sempre quis que o Gugu fosse na minha casa. Nunca rolou. 
Um desses brinquedos que ele levava era o Armstrong, um boneco feito de alguma coisa que fazia ele esticar-esticar-esticar-esticar-esticar e... Só. Ele só fazia isso. Ele esticava. Mas, por algum motivo, eu quis muito um desses. Muito. Muito mesmo.
Meus pais, fascinados com a ideia de que eu queria algum brinquedo que parecesse com um ser humano (tava mais pra super-herói da Marvel, mas naquela época eu não sabia disso),  me deram um. E um pro meu primo-irmão também, pra gente não brigar e dar nó nas partes do corpo dos bonecos. 
Meu boneco eu encontrei DERRETIDO em uma caixa quando fui separar os brinquedos que ia doar. O do meu primo ganhou uma tesourada na barriga porque ele queria saber o que tinha dentro (um monte de gosma que parecia gel) e deixou de existir praticamente no mesmo ano.


3. Meu Primeiro Gradiente
Meu pai já confessou que, quando eu era menor, achava que eu seria ou jornalista ou advogada quando crescesse porque eu fui uma criança curiosa, justa, mandona e "perguntadora" (deixa meu pai, ok? Ele acha que jornalistas são assim, é melhor do que dizer que todos os que eu conheço são grandes bêbados - porém uns queridos ♥). Dito isso, quando eu fiz cinco anos ele me comprou o Meu Primeiro Gradiente (porque não dava pra me comprar um cargo no STF, tá?) pra eu experimentar a prática de fazer entrevistas. E eu levei a sério, porque tem um monte de vídeos em casa que retratam momentos em que eu ia correndo atrás dos meus tios com aquele rádio/gravador vermelho pra perguntar coisas importantes como "Qual seu nome? Qual sua idade? O que te faz feliz?" (sério, tem mesmo. Meu pai me deu o gravador e comprou uma filmadora, então ele brincava também).
Mas o mais legal do gradiente é que ele vinha com uma fita com várias músicas legais que a gente podia ouvir e/ou cantar no karaokê. E eu passava HORAS cantando Maria, Vou de Táxi, Tic TacUma barata chamada Kafka, Bruxinha e aquela que foi a minha primeira música de fossa quando eu nem sabia o que era isso: Coração de Papelão (sério, eu ouvia essa música e choraaaaava, choraaaava). Amo esse brinquedo porque ele provou que eu não tinha vocação pra jornalista, mas despertou minha verdadeira vocação que é chorar ouvindo música pop em dias de fossa.
E a melhor parte é que ele AINDA está aqui em casa e funcionando, só esperando eu ter um surto de hiperatividade e/ou inspiração pra pegar o microfone e gravar mensagens pra mandar pros meus amigos, tipo a Felicity e a Sally.

2. Popó, Jubinha e Sansão
Eu não gostava de bonecas, então eu compensava tudo com as pelúcias. Sério. Até hoje em dia eu fico muito feliz quando pego pelúcias naquelas máquinas da Playland ou quando ganho alguma. Pelúcias me fazem feliz (e eu não tenho nenhuma -ite que me impede de tê-las, valeu Deus!). 
Como eu tinha medo de bonecas eu apelava pras pelúcias me protegerem caso elas se revoltassem durante a noite e, por esse motivo, dormia com um monte na minha cama. Eu revezava entre umas 20, mas tinha três que eram as minhas queridas: Um Hipopótamo roxo, um leãozinho e o Sansão da Mônica - ou, mais especificamente, o  Popó, o Jubinha e o Sansão.
O Popó quem me deu foi minha mãe quando eu ainda era bebê. Se não foi meu primeiro bichinho certeza que entra no TOP 5 fácil. O Jubinha, meu pai. E o Sansão eu ganhei num dia das Crianças há muito, muito tempo atrás.
Eu me desfiz de boa parte das que eu ganhei nesses 25 anos - até porque eu ganhei MUITAS e nunca tive vocação pra colecionadora, mas os três que dormiam comigo quando eu era criança ainda existem.

1. Balde Azul do Lego
Eu sou filha única e, embora tenha um primo que eu considere como um "meio irmão" e outros dois ou três com quem eu passava muito tempo aos finais de semana, o tempo bruto era gasto mesmo sozinha. E o Lego, nessas horas, era a melhor coisa do mundo. Eu lembro do ritual que era brincar de lego: Eu chegava da escola, ia pro quarto dos meus pais, sentava na cama deles e usava o baú como uma mesa gigante onde eu botava todas as pecinhas e construia pessoas com quem eu brincava (não é porque eu não tinha bonecas que eu não brincava com coisas que "pareciam" gente, tá?). E eu ficava nisso hoooooooooooras, no mais completo silêncio, até minha mãe ou pai perceberem que tinha criança em casa e que o silêncio não era normal e irem ver se eu não tinha morrido.
Sério, o Lego foi SEM DÚVIDA o brinquedo que eu mais curti na minha infância. Me salvou de muitas horas de tédio até a pré-adolescência.
Meu balde (era o azul, o mais legal de todos) ainda deve estar em algum lugar na garagem cheio de desfalques, esperando o dia em que eu ache alguma criança legal o suficiente pra merecer esse pedaço tão importante da minha infância.



*BÔNUS*
Megadrive

Eu lembro que todos os sábados o meu pai fazia a mesma coisa: A gente ia pro meu quartinho de brincar, ele ligava o megadrive, jogava umas duas partidas de Mario Andretti ou de Super Mônaco GP II e depois liberava os controles pro meu primo e pra mim. A gente ficava horas jogando Mortal Kombat II e FIFA naquele lugar, parando apenas pra reproduzir na vida real os golpes que a gente tinha dado no videogame. 
No domingo, depois da F1, meu pai e eu íamos jogar Sonic II. E era um momento mágico de pai e filha, onde ele observava eu jogar por horas a mesma fase (eu era muito ruim) antes de desistir e jogar o controle pra ele. Lembro de cada avanço e cada fase em que a gente ficou empacado. Lembro que minha mãe, que não curtia jogar, sempre pedia pra jogar a fase do cassino pra poder ganhar anéis. Lembro de como eu chorei quando, na primeira vez que cheguei na fase Metropolis, eu perdi a última vida porque não conseguia escapar de um labirinto e os 10min esgotaram. Lembro da primeira vez que eu juntei todas as Esmeraldas e vi o Sonic ficar amarelo. Lembro quando um outro primo, muito dos espertos porque tinha lido numa revistinha, ensinou um truque que fazia o Sonic de ouro antes de pegar todas as esmeraldas. Lembro de todas as musiquinhas das fases até hoje.
O Megadrive está fora dessa lista porque não é só um brinquedo da infância. Eu brinco com o meu até hoje (porque ele também funciona!) e, quando não tenho tempo/paciência pra montá-lo, me divirto com um emulador e fico feliz do mesmo jeito. 

Essas estrelinhas, cara... Como eu ODIAVA essas estrelinhas. Elas explodiam e ferravam com tudo: Se você ficava no caminho, perdia estrelinhas. Se você desviava, podia cair do parafuso e MORRER.
Muitos traumas dessa fase. Muitos.







* Não que meus pais, avós e zilhões de tios tenham me feito ter trauma de brinquedos com histórias sinistras de bonecos demoníacos (eu era nova demais pra história do Fofão e velha demais pra história da Boneca da Xuxa), mas eu lembro que uma tarde na casa da vó estávamos meu primo-irmão (que é quase dois anos mais velho que eu, mas isso é quase nada na primeira infância) e eu brincando na frente da TV quando passou Chucky no Cinema em Casa e ficamos os dois na frente da TV tempo o bastante pra ficarmos hipnotizados pelo filme e lembrarmos disso pra sempre. Cada um trabalhou a experiência de um jeito: Eu entrava no quarto fazendo barulho, meu primo abriu a barriga do Armstrong dele com uma tesourinha (a do Mickey) pra ver o que tinha dentro. Traumas? Jamais.

sábado, 11 de outubro de 2014

MICHELLE, CAN YOU HANDLE ON THIS?

PORQUE EU NÃO TÔ CONSEGUINDO NÃO, MICHELLE.


Não, meu mau humor e meu fogo no rabo ainda não passou, mas tô decida a não entrar num espiralzinho de loucura e a deixar as coisas caminhando o mais normalmente que consigo, o que - vou mandar a real - é bem difícil levando em conta que estou com Bootylicious na cabeça desde terça feira e cada brecha de pensamento que eu tenho é preenchida com "I don't think you can handle on this".

E, olha... Vou te falar também que eu traduzo JELLY como GELATINA (meh... eu sei) e fico pensando num cara transando com uma moça meio flácida e tenho pequenos surtinhos de riso (eu seeeeeeei) porque eu tenho a maturidade emocional de um molesk que descobriu o p0rn na internet há menos de uma semana e, passada a fase de espanto, já tá naquela fase risos.

Enfim...

Eu vou participar dos temas do Rotaroots pela primeira vez e eu queria começar hoje, mas não tá rolando porque I can't handle on this: Acabei de ler um livro tristão ("Dançando sobre cacos de vidro" da Ka Hancock. Se me der uns cinco minutos se bobear eu ainda faço uma resenha porque perto dele "A culpa é das Estrelas" parece comédia. Sério. Não tô brincando.), tô meio vermelha de Sol praia, biquini e gandaia e piscina e é meio da tarde de sábado, vou tirar uma sonequinha ali na rede e volto mais tarde caso consiga achar uma desculpa boa pra não sair de casa e ficar vendo House até 3h da manhã.

Só avisando.



Oi, meu nome é Beatriz (Tchublec.. tchublim...)


(E de vez em quando eu gosto do Google+ porque ele cria umas animações muito legais com as fotos que a gente deixa lá sem querer)

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

It's hard to get by just upon a smile

Tô numa daquelas fases de mau humor quando é mais seguro ficar agitando um pano na frente de um touro do que parado perto de mim.
Desculpa, gente. Logo passa.

(espero, porque tô num azedume tão grande que tá difícil até pra mim ficar por perto)

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Das músicas que revelam uma obsessão que deve ser tratada (6)

Quando você passa - Maria Gadu e Sandy

Esse turu turu turu aqui dentro

Que faz turu turu quando você passa
Meu olhar decora cada movimento
Até seu sorriso me deixa sem graça

Se eu pudesse te prender
dominar seus sentimentos
Controlar seu passos
ler sua agenda e pensamentos
Mas meu frágil coração
acelera o batimento e faz turu turu turu turu tu

Esse turu tatuado no meu peito
Gruda e o turu turu turu não tem jeito
Deixa sua marca no meu dia-a-dia
Nesse misto de prazer e agonia

Nem estou dormindo mais
Já não saio com os amigos
Sinto falta dessa paz que encontrei no seu sorriso
Qualquer coisa entre nós vem crescendo pouco a pouco
E já não nos deixa à sós isso vai nos deixar loucos
Se é amor, sei lá!
só sei que sem você parei de respirar
E é você chegar pra esse turu turu turu vir me atormentar

Esse turu turu turu aqui dentro
Que faz turu turu quando você passa
Meu olhar decora cada movimento
Até seu sorriso me deixa sem graça

Eu desisto de entender
É um sinal que estamos vivos
Pra esse amor que vai crescer
Não há lógica nos livros
E quem poderá prever
Um romance imprevisível
Com um turu, turu, turu, turu, turu, turu, tu

Esse turu turu turu aqui dentro
Que faz turu turu quando você passa

Nem estou dormindo mais
Já não saio com os amigos

Sinto falta desse turu, turu, turu, turu, turu, tu


PROCURE TRATAMENTO URGENTEMENTE se você é do tipo que não consegue fazer NADA sem ter o/a moço/a por perto.
E calce seus tênis e dê no pé caso o seu moço/sua moça seja desse tipo.
CILADA CILADA CILADA.