domingo, 31 de maio de 2015

And though the odds say improbable what do they know?



Hehehehehehehehehehehehehehehehehehehehehe

Tudo vira bosta


_Você quer saber o que eu acho disso tudo?

_Quero.
_De verdade?
_Manda bala.
_Acho uma bosta.
_Uma bosta?
_Uma merda, pô. Que situação de bosta.
_É mesmo. Uma merda.
_Foda, é?
_É. É foda.



sexta-feira, 29 de maio de 2015

That's not my name

_Paulo Rodrigo. Paulo Rodrigo. Paulo Rodrigo.
_Não é o Besourossuco, Beatriz. Não vai aparecer materializado aqui na frente se você ficar repetindo o nome...
_Não é isso... É que... Que espécie de nome é Paulo Rodrigo? É um nome duplo sem sobrenome. Rodrigo não é sobrenome.
_E daí?
_Paulo Rodrigo. Paulo Rodrigo. Paulo Rodrigo. Paulo Rodrigo.
_PARA COM ISSO!
_Desculpa...
_Para.
_Já parei... É que... Ah, deixa pra lá.
_Fala logo.
_Não, deixa.
_Você tá MORRENDO pra falar. Fala logo.
_QUE ESPÉCIE DE GENTE SE CHAMA PAULO RODRIGO? Sério. Na boa. Paulo Rodrigo. Paulo Rodrigo. Paulo Rodrigo. Paulo Rodrigo. Pa-
_PARAAAAAAAAA!
_Sério, olha isso... Seu namorado não tem sobrenome. Paulo Rodrigo. Paulo Rodrigo. Paulo Rodrigo.
_Beatriz...
_Oi?
_Não pira. Não entra na paranóia.
_Não tô.
_É bom que não...
_Paulo Rodrigo. Paulo Rodrigo. Paulo Rodrigo.
_Ok, desisto. Foi péssimo eu ter te dito o nome do cara. Foi horrível. Você é imatura, você é um coco.
_PAAAAUUUULOOOO RODRIIIIIIGO.
_Neto.
_Oi?
_Paulo Rodrigo Neto..
_Você tá me zoando!
_Não.
_ENTÃO QUER DIZER QUE É A TERCEIRA GERAÇÃO DE GENTE SEM SOBRENOME! MEU DEUS DO CÉU, COMO É QUE SEUS FILHOS VÃO SE CHAMAR? EU IA SUGERIR JUNIOR, MAS NÃO DÁ...
_Beatriz... Paaaaaaaaaaaaaaaaaaaara!
_...Você poderia chamar de Paulo Rodrigo Quarto, mas pobre menino ter que aguentar piadinhas do tipo você foi feito num quarto nhanhanhã...
_Ninguém faria isso.
_Eu faria! Bom, mas não pode ser Paulo Rodrigo Quarto... Então vamos escolher um nome mais legal... Com R. Pra RRRRROOOOONALDINHO... Ronaldo Rodrigo. Rafael Rodrigo. Raul Rodrigo. Rodolfo Rodrigo. Meu Deus, Rodolfo Rrrroooodrigo! Jura que se você engravidar você vai chamar o moleque de Rodolfo Rodrigo? É um nome perfeito!
_Beatriz... Não pira.
_Não tô pirando. Juro. Cara, eu vou ser a madrinha mais legal do mundo. Vou te dar uma cópia de novelas mexicanas, você vai achar um bom nome. Uma inspiração. Se não achar eu te sugiro.
_Cala a boca.
_...Rodolfo Rodrigo é nome de mocinho. Mas e se for menina? Como a gente vai chamar?

(...)

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Falei pra minha patroa que a farra é boa e bem comportada

Gente que chama a namorada de PATROA. De DONA ENCRENCA. De POLÍCIA.

Meu Deus do céu... Como eu detesto.

 É uma birrinha toda minha, toda especial, que tem um lugarzinho aqui no meu coração.

E nem sei o porquê me incomodo tanto. Nunca saí com ninguém que usa esse tipo de coisa pra chamar a namorada... E, se alguém me chamasse, ia logo ouvir que eu não curto e parar com essa palhaçada (mas geralmente eu escolho bem... O cara pode ser um idiota, mas pelo menos ele não me chama de DONA ENCRENCA).
Aliás... Nem sei por que escrevi esse post. Deixa pra lá.


Talvez a única exceção que eu permito.

Coisinha tão bonitinha do pai


Eu pego comida do chão (desde que o chão esteja limpo, é claro), eu derrubo coisas (e me derrubo) porque tenho 25 anos e não sei direito ainda lidar com o espaço físico que meu corpo ocupa, eu falo palavrões (não inconscientemente depois de bater o dedinho na quina: Eu falo palavrões planejados, pontuando frases com "porra" e nem preciso estar nervosa pra isso). Eu não gosto de rosa, nem de lacinhos, nem de quase nada que tenha estampas. Eu torço por cenas lamentáveis no futebol, meu ator predileto é o Sylvester Stallone, eu sei falas de "O Grande Dragão Branco" de cor, eu falo sobre sexo (ok, com certa vergonha, mas falo. Se me perguntarem eu não vou ficar mimimi sobre o assunto) e eu sei ser sarcástica e reconheço uma ironia quando vejo uma (sei até diferenciar sarcasmo e ironia, vejam só)... Além disso meu humor é tudo, menos fofo: Videocassetadas me divertem mais do que gatinhos sendo fofos. Aliás... DO QUE QUALQUER GATINHO. Eu não sou fã de gatinhos.

Eu não sou fofa.

Definitivamente.

A não ser que você esteja falando sobre ser gordinha, mas aí se você estiver usando nesse contexto vai ser de um jeito sarcástico e certamente só vai falar desse jeito porque sabe que eu não sou nem um pouco fofa a ponto de ser fofa. Só vai falar desse jeito porque você sabe que dificilmente eu vou me estressar com algo babaca como ser chamada de fofa. Ser fofa não é uma ofensa, nem ser gordinha. Tenho nada contra fofuras, até tenho amigas que são umas.

Mas EU não sou fofa.

Não me considero fofa.

E ai eu defendo meu ponto de vista com todos esses argumentos aí em cima e me derrubam mostrando apenas uma foto:



Deve ser por causa das bochechas de Kiko


Porque eu tenho uma cara danada de fofa.
(droga)

You act like a big shot but you're really a dummy

E agora uma palavrinha dos nossos patrocinadores totalmente alinhados com a política desse site:




quarta-feira, 27 de maio de 2015

To whom it may concern: Only run with scissors when you want to get hurt

Se você sai na chuva não pode ter medo de se molhar.
Se você se abre com alguém não pode ter medo de se envolver.
Se você se dedica a alguma coisa não pode ter medo de se tornar parte dessa coisa.
É basicamente isso.

And it really makes me wonder If I ever gave a fuck about you


*suspiro*



"Tá apaixonada?"



"Tô cansada, na verdade..."


"E não é a mesma coisa?"

terça-feira, 26 de maio de 2015

Das músicas que revelam uma obsessão que deve ser tratada (10)

Jealous - Nick Jonas

Não gosto do jeito como ele está te olhando
Estou começando a achar que você também o quer
Estou louco? Por acaso te perdi?
Mesmo sabendo que você me ama
Não consigo evitar

Eu viro meu rosto, aumento o som
E estufo meu peito
Estou me preparando para te enfrentar
Pode me chamar de obcecado

Não é sua culpa que dêem em cima de você
Não quero ser desrespeitoso
Mas tenho o direito de ficar bravo
Ainda sinto ciúmes

Porque você é muito sexy, linda
E todo mundo quer tirar uma casquinha
É por isso que (por isso)
Que ainda sinto ciúmes

Porque você é muito sexy, linda
E todo mundo quer tirar uma casquinha
É por isso que (por isso)
Que ainda sinto ciúmes

Queria que você não tivesse exposto tudo assim
Gostaria que você guardasse um pouco só para mim
Protetor ou possessivo (sim)
Me chame de passivo ou agressivo

Eu viro meu rosto, aumento o som
E estufo meu peito
Estou me preparando para te enfrentar
Pode me chamar de obcecado

Não é sua culpa que dêem em cima de você
Não quero ser desrespeitoso
Mas tenho o direito de ficar bravo
Ainda sinto ciúmes

Porque você é muito sexy, linda
E todo mundo quer tirar uma casquinha
É por isso que (por isso)
Que ainda sinto ciúmes

Porque você é muito sexy, linda
E todo mundo quer tirar uma casquinha
É por isso que (por isso)
Que ainda sinto ciúmes

Você é a única convidada
Eu disse que não há mais ninguém para você
Porque você sabe que eu fico excitado (sim)
Quando você também sente ciúmes

Eu viro meu rosto, aumento o som
E estufo meu peito
Estou me preparando para te enfrentar
Pode me chamar de obcecado

Não é sua culpa que dêem em cima de você
Não quero ser desrespeitoso
Mas tenho o direito de ficar bravo
Ainda sinto ciúmes

Porque você é muito sexy, linda
E todo mundo quer tirar uma casquinha
É por isso que (por isso)
Que ainda sinto ciúmes

Porque você é muito sexy, linda
E todo mundo quer tirar uma casquinha
É por isso que (por isso)
Que ainda sinto ciúmes

Oh, (por isso)
Ainda sinto ciúmes
Oh, (por isso)
Ainda sinto ciúmes





AMIGAAAAAAAAAAAAAA
Não é só porque ele é bonito que essa possessividade pode ser relevada, tá?
ESSE HOMEM TE TRATA QUE NEM PROPRIEDADE, AMIGA. SAÍ DESSA

Eu sou ista, eu sou ego

Egoísmo é conseguir citar SEM PENSAR duas pessoas mais fodidas que eu e mesmo assim achar que o meu problema é pior pra ser resolvido.

Vergonhinha.

Hoje eu acordei meio...

MEU
DEUS
DO
CÉU


(esse post é só pra expressar a indignação que estou sentindo sobre um assunto que não posso falar AINDA)

segunda-feira, 25 de maio de 2015

You got me trippin', stumblin', flippin', fumblin'...

Olha, vou dar uma dica DE OURO (que vale mais do que dinheiro, hein? Lembrem-se disso) pra quem convive "ao vivo" comigo: Se quer saber se eu acho uma pessoa bonita é só ver se eu sou um completo desastre perto dela. Se eu derrubo coisas, tropeço, gagejo, fico vermelha e faço minha expressão de riso e dou uma fechadinha nos olhos é BA-TA-TA: Acho a pessoa bonita.

Digo isso porque ainda não superei o moço bonito da minha aula matinal (ME PROCESSEM!!!) e estava bela e saltitante numa lanchonete perto do trabalho, conversando amigavelmente com uma das atendentes, quando eu vi (pelo reflexo do balcão! Eu poderia ser uma NINJA com minhas skills maravilhosas, affffffffffffff ♥) o mocinho entrar na lanchonete e................................... Derrubei o porta-canudos com o cotovelo.


Gosto desse gif porque me faz imaginar que PODIA TER SIDO PIOR.






(só isso mesmo, era só um DROPS DA MINHA LERDEZA)

quinta-feira, 21 de maio de 2015

It's a love story, baby, just say yes

Minha bisavó, mãe da minha avó materna, conheceu meu bisavô quando era uma criança. Mesmo.
Ela tinha 13 anos e ele 18. Se apaixonaram, passavam muito tempo juntos e era difícil separar os dois, por mais que os pais dela tentassem. Vendo que não tinha outro jeito, meus tataravós falsificaram os documentos pra minha bisa poder se casar - e a gente não sabe até hoje quantos anos de verdade a minha bisa tem.
Eles passaram quase 50 anos juntos, tiveram 13 filhos e só se separaram quando meu bisavô morreu. Minha bisa, ainda viva e beirando os 100 anos, diz que ele foi o grande amor da vida dela e que nunca mais se apaixonou depois que meu bisavô morreu.


~* ~

Minha avó, mãe da minha mãe, era o tipo de garota que já tomava a iniciativa com os garotos e achava a coisa mais normal do mundo isso acontecer. Ela nasceu em 1940.
Meu bisavô, que era ferroviário, ficou preocupado com o fato dela ser "liberal" desse jeito e a levou para morar em Santos, com uma irmã da minha bisavó. Lá, minha avó se envolveu com um homem casado.
Quando meu bisavô descobriu, pegou o primeiro trem e decidiu levar minha avó de volta pro interior. Ele falava que "se a desgraça vai acontecer, que pelo menos eu esteja por perto". No caminho de volta minha avó conheceu o ajudante do maquinista, um "malandro carioca que era do interior de São Paulo" (palavras dela) e disse que nunca se divertiu tanto numa viagem que era pra ser punitiva quanto se divertiu naquela.
Duas semanas depois esse "malandro carioca que era do interior de São Paulo" pediu permissão para namorar a minha avó para o meu bisavô. Seis meses depois eles estavam casados.
Meu avô era alcoólatra, mulherengo e minha avó não levava desaforo pra casa. Tiveram brigas históricas (incluindo uma em que meu avô, bêbado, chegou na casa deles, usou o banheiro de um jeito todo errado e ela, que tinha acabado de limpar a casa, jogou toda a sujeira que ele tinha feito NELE e o botou pra dormir no quintal, e uma em que foi buscar meu avô no bar e, como ele se recusou a ir embora, se sentou do lado dele e o venceu numa competição pra ver quem bebia mais). Apesar de todas as brigas, tiveram seis filhos e os dois nunca deixaram de estar lá um para o outro e a se tratarem com o maior carinho e bom humor. Minha avó segurou o rojão até quando meu avô teve um derrame e ficou paraplégico. Foram felizes e ficaram juntos até o final. Meu avô foi primeiro e, depois que ele morreu, minha vó foi indo embora aos pouquinhos, até morrer alguns anos depois. Lembro que uma das últimas coisas que ela me disse foi que ia embora com o nego dela.



~*~

Minha mãe conheceu meu pai quando tinha 15 anos e foi com minha tia (e melhor amiga dela) ver o meu pai se formar no quartel. Minha tia conta que, mesmo antes de saber quem era o meu pai, minha mãe apontou pra ele no meio dos soldados e disse que ia se casar com aquele moço um dia.
Meu pai não podia ligar menos para a existência da minha mãe: Ele era o descolado da galera, o líder do bando de amigos, jogador de futsal e muito gato (Tinha uma namorada em cada esquina, mais ou menos). Minha mãe era a filha mais velha de uma família pobre e ajudava a minha avó com as encomendas de bolos e salgados que ela fazia, bem como na entrega da roupa que minha avó lavava e passava para a vizinhança.
Eles não tinham como ser mais diferentes.
Quando minha mãe fez 18 anos começou a namorar com um moço (que hoje é pai de uma moça que estudou comigo e com quem andei muito por uns tempos) e meu pai ficou com ciúmes. Minha mãe tinha virado o jogo pela primeira vez na vida e depois nunca mais deixou meu pai ganhar umazinha sequer: Ela terminou o namoro, mas fez meu pai terminar com TODAS as moças, e ele andou na linha pra, finalmente, conseguir uma chance de sair com minha mãe quando ela tinha quase 20 anos.
Eles se casaram quando ela tinha 21 e ele 25, em 1986.
Em 1988, minha mãe engravidou e fez milhares de planos. Minha irmã mais velha, que nasceu parecida com minha mãe (e tinha os olhos azuis do meu avô materno, segundo relatos) e no dia do aniversário da minha tia (que seria madrinha dela) , faleceu no dia do aniversário do meu pai, um mês depois. Ela nunca chegou a sair do hospital.
Não era pra minha mãe ter engravidado, muito menos tão rápido quanto ela engravidou.
Eu nasci em dezembro de 1989, coincidentemente três anos depois daquele dia que, em 1986, meu pai prometeu pra minha mãe que ia fazê-la feliz para sempre e que iam passar juntos por todas as dificuldades que surgissem no caminho.


~*~

Três gerações de histórias de amor que dariam um filme do Nicholas Sparks.
É por isso que eu não reclamo quando as pessoas da minha família perguntam "e os namoradinhos?" nos eventos familiares: Eles estão esperando a próxima grande história de amor que vai surgir.
Mas eu tenho a impressão que serei a primeira mulher desse lado da família que vai ter uma vida amorosa que daria uma comédia, não um romance.
Vamos acompanhar isso aí pra ver como vai rolar.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Qual é a música, Pablo? Cantaí...


Esse post faz parte dos Temas do Mês de Maio do Rotaroots, um grupo no facebook que incentiva a FABULOSA ARTE DE ESCREVER EM BLOGS™ e sempre dá ideias de temas legais.


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Uma coisa que todo mundo que já me viu em lugares públicos ouvindo músicas que gosto me conhece um pouco sabe é que eu gosto de encarnar o Pablo quando ouço c e r t a s m ú s i c a s. Então quando eu vi que um dos temas de maio era LYPSINC FOR YOUR LIFE eu tive que sair da preguiça de sempre e fazer um post sobre as músicas que eu dublaria e interpretaria caso minha vida dependesse disso (e até se não dependesse, mas meu humor estivesse maravilhoso na hora e a platéia fosse amigável).



PABLO, QUAL É A MÚSICA?






Ouvi essa música enquanto assistia "Habemus Papam" e, nos dias seguintes, fiquei com ela entalada na cabeça de um jeito que só muitas dancinhas e muito carão conseguiram eliminar. Acho que estou pronta para fornecer a emoção...


"Cambia el clima con los años
Cambia el pastor su rebaño
Y así como todo cambia
Que yo cambie no es extraño"



...E a esperança que a música passa:

"Cambia, todo cambia
Cambia, todo cambia
Cambia, todo cambia
Cambia, todo cambia"







Maldita música do comercial da Heineken que fica na cabeça toda vez que vou assistir algum jogo de futebol da ~tchainpions~. Sério. Maldita música. É só ouvir que esse refrãozinho grudento fica na cabeça feito molho de macarrão na roupa branca.
Mas é preciso reconhecer o potencial maravilhoso para a dublagem que essa música tem e, onde tem dublagens, tem dancinhas.
Minha tática é repetir o passinho do Napoleon aumentando a velocidade como se fosse o créu conforme a música vai passando.

"Viva la pa-pa-pappa
Col po-po-po-po-po-po-pomodoro
Ah viva la pa-pa-pappa
Che è un capo-po-po-po-polavoro
Viva la pa-pappa pa-ppa
Col po-po-pomodoro"





Não fui uma jovem emo. Desculpa, sociedade.
Na verdade, eu fui tão ANTI que escondi por muito tempo que gostava dessa música e fazia todas as caras e bocas do Gerard Way no clipe.

"What's the worst thing I can say?
Things are better if I stay
So long and goodnight
So long not goodnight"





Se essa música me salvaria de ser eliminada por causa da minha atuação interpretando-a?
Possivelmente. São quase ONZE anos desde o lançamento do Three Cheers for sweet revenge - e eu ainda ouço essa música pra caramba. Imagina como está a minha prática. VISH.



Essa música................. Caras...... Essa música............
Eu realmente não sei explicar o quanto eu amo essa música e o quanto sinto uma vontade absurda de fazer pole dance no melhor estilo Kate Moss no clipe de "I just don't know what to do with myself".
Mas, como a intenção é fazer um post livre para todas as idades, deixo o pole dance para o post das "Músicas derrubadoras de calcinha" que virá em algum momento.


"And here I go again on my ownGoing down the only road I've ever known
Like a drifter I was born to walk alone
And I've made up my mind
I ain't wasting no more time"






'Cês conhecem essa música? 'Cês conhecem esse clipe maravilhoso, a perfeição da vida que é o Freddie de batom rosa, peruca e vestidinho encarnando a dona de casa?
Cara, qualquer coisa que eu tentasse fazer diferente daquilo seria um ULTRAJE àquela performance maravilhosa.
Eu só dublo, faço uns carões e dou uns pulinhos descoordenados de quem não consegue (e nem tentará) fazer nada melhor.

"I can't get used to living without living without
Living without you by my side"





É isso, migas.
Coisa mais fácil do mundo é me ver dublando alguma música e liberando o Pablo que existe em mim.
E, sempre que isso acontece, eu termino divando feito a Jennifer Beals e desafiando todo mundo a fazer melhor.





FLW VLW

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Baby, I don't know just why I love you so - maybe it's just the way that God made me this day

Então foi Dia das Mães e o que você fez? Ficou na suinha?
Pois fez bem. Fiz o mesmo e recomendo. Passei o domingo (que tava friozinho e preguiçoso) com minha mãe, vendo filme no Netflix e levantando da cama só pra fazer a melhor torta de banana de Osasco e Região.
Foi um bom dia.
Geralmente, quando mamãe e eu estamos na mesma sintonia, os dias são bons. Não precisamos de um dia específico pra isso. A gente só é.
Então eu nem vou dizer que foi um dia difereeeente e tal porque, tirando o fato da minha mãe ter ganhado presentes, foi como quase todos os outros dias em que mamãe e eu estamos bem: Ótimo.
É por isso que não faço muito alarde, sabe? Grazadeus tenho mamãe e grazadeus a gente se dá bem pra caramba (E, além disso, tem um detalhe: Mamãe faz aniversário dia 15 de maio. Tradicionalmente a gente sempre faz bagunça e comemora no dia 15).

Mamãe e eu levantamos da cama pra fazer umas fotos na webcam também.


Mas né... LONGE DE MIM DIZER COMO VOCÊ DEVE PASSAR O DIA COM SUA MÃE. Se quiser fazer festa, faça. Se não, tá bom também. Eu só vim aqui pra fazer um pequeno comentário, uma coisa que eu percebi esse ano: Eu geralmente fico melancólica no Dia das Mães. Sempre. Posso pegar meus diários e as anotações do dia sempre terão um tom meio agridoce. Mas só esse ano eu entendi o porquê: Minha mãe tá felizona no papel de mãe dela. Eu fui planejada, desejada, querida e amada desde o momento que mamãe descobriu que estava grávida. Amo minha mãe e sei que é recíproco.
Mas eu sempre penso nas mães que não quiseram ser mães: Nas moças que engravidaram porque alguma coisa saiu errado e não tiveram chance de escolher se queriam ou não ser mães, nas moças que quiseram muito, mas aí viram que não era bem assim e alguma coisa se perdeu no meio do caminho e aí BOOM: Tarde demais...Nas moças que queriam ser mãe, mas não quando foram mães e aí não conseguiram se apegar e rola aquele climão chato... Nas moças que quiseram MUITO ser mãe e não conseguiram, nas moças que tiveram mães e não tem mais. Sei lá... Todos esses tipos "problemáticos" de maternidade. Isso me afeta um tanto, sabe?

Eu não quero ser mãe. Tenho ZERO vontade. Um dia, se eu quiser filhos, provavelmente adotarei alguém e vou dar todo o amor possível pra esse alguém... Mas, ANALISANDO AGORA, eu não quero filhos. Morro de medo de não ter o altruísmo necessário pra ser mãe e acabar tendo culpa por alguma criação errada no mundo (Sério, eu tenho umas paranoias absurdas sobre maternidade e um zilhão de razões para não ser mãe). Então eu sempre fico pensando nisso. PRINCIPALMENTE no Dia das Mães.

Enfim... 

sábado, 9 de maio de 2015

She keeps some memories locked away but they are always escaping (Neglect won't make them fade away)

Eu sei que faz um tempão que não venho aqui pra escrever coisas decentes e - SINTO INFORMAR QUE - ainda não vai ser dessa vez porque, nesse post, estou aqui para:

1. Contar uma sequência de fatos que aconteceram e me deixaram bem LOUCA;
2. Reclamar um pouco;
3. Postar uma foto do Balotelli.

Posso começar? Pega a pipoca, pega o lencinho e vai preparando os músculos da barriga pra aguentar a risada caso você faça o tipo sádico.

Essa parte da história chama "A ARTE DE SEGUIR PADRÕES"

Tudo começou no ensino médio quando eu conheci um cara que era as fuça do Kimi Raikkonen e decidi que eu teria que ser pelo menos amiga desse cara, já que PLMDDS ELE ERA AS FUÇA DO KIMI RAIKKONEN, QUÊ ISSO, PRECISA DE MAIS MOTIVO? 
Ali, naquele momento, eu percebi que eu posso ser uma pessoa absurdamente futil motivada pela aparência no que diz respeito a estabelecer relações e, daí pra frente, foi um pulo até namorar com um cara que até hoje é uma versão morena e menos sorridente do Mathieu Kassovitz e gastar um tempo suspirando pela versão acabada do Bradley Cooper
Posso ainda botar nessa lista a versão miniatura do Humberto Carrão, o Balotelli de Cabo Verde, o Adrian Grenier da faculdade, porque com todos esses (e outros vários que eu não quero colocar pra não alongar) eu estava apenas continuando os padrões que eu tinha identificado: 


A VERSÃO FAMOSA É BONITA, PORÉM INACESSÍVEL, MAS TEM GENTE PRA CARAMBA NO MUNDO DEVE EXISTIR UMA VERSÃO FALSETA COM A QUAL EU POSSA ME RELACIONAR

NÃO
VAMOS
PERDER
A


Com isso eu quero dizer que mais da metade dos caras com quem saí me lembravam alguma outra pessoa (famosa ou não) que eu achava bonita. Padrões. Tipos. Esse tipo de coisa que a gente não faz racionalmente em 99,9% dos casos.
Enfim...

Além disso...
Meu pai é engenheiro.
Meu primeiro namorado, o cara que eu mais amei na vida so far (e eu arrisco até dizer que foi o único, mas UM TRAUMA POR VEZ), é engenheiro.
Meu melhor amigo, o cara que quero ter na vida pra sempre porque é a pessoa mais maravilhosa que conheço, é engenheiro.
O primeiro cara com quem saí depois que meu primeiro namoro acabou é... Engenheiro.
Depois eu tive uma sequência de uns quatro jornalistas. PÁ PÁ PÁ PÁ PEJOTINHA ATRÁS DE PEJOTINHA.
Mas já falei disso também, né? Não vamos nos alongar.
Todo cara que deixou uma marca na minha vida é/foi engenheiro ou jornalista. Não há como escapar.


Aí foi tudo na parte PRÁTICA da coisa. Versão simplificada: Eu tô sempre nesse tal de ETERNO RETORNO, um pouco por culpa minha, um pouco porque... A vida é foda, cara, e eu ainda não comecei a eliminar as pessoas da vida porque elas trabalham com uma determinada coisa e um pouco porque... EU ESCOLHO ME FODER, NÉ? (Vamos falar a verdade)

Mas a parte que eu escolho me dar mal vocês deixem pra minha terapeuta analisar. Vamos focar na parte que A VIDA É ESSA COISA LOUCA QUE VAI ME FAZENDO REPETIR PADRÕES.



Essa parte da história chama "ESTUDO DE CASO DE UM DESASTRE AMBULANTE" ou "BEATRIZ, TOMA VERGONHA NA CARA E PARA DE SE COMPORTAR FEITO TROUXA".


Tem um moço em uma das minhas aulas que é a minha razão pra acordar cedo o suficiente pra estar as 7h50 na USP todas as quartas pela manhã.
O moço é lindo e está fazendo uma aula que NÃO É PARA ENGENHEIROS, NEM PARA JORNALISTAS. É só pra professores (tipo euzinha), então só por isso já ganhou milhão de pontos no meu JOGO DA NEUROSE™ (um dia eu explico, por enquanto só aceita).
Enfim... Gente, eu não tenho PALAVRAS pra descrever o quanto o moço é lindo: Ele é lindo até usando aquelas calças largadas horríveis que deixam metade da cueca aparecendo. É lindo até de barba (não curto, gente, dsclp). É lindo a ponto de me fazer ficar ainda mais desastrada perto dele.
Vamos chamar o moço de BONITINHO DA BARBA FALHA (ou BBF).
Enfim...

Quando BBF está na mesma sala que eu duas coisas acontecem: 

1. Eu me sinto estimulada a participar e debater na aula, já que (a aula é maravilhosa e) ele sempre tem ideias que vão ao econtro das minhas e... Bem... DEIXA EU ME EXIBIR, TÁ? NUNCA FAÇO ISSO;

2. Eu fico MUITO, mas MUITO desastrada. Ainda mais que o normal.
Apenas um exemplo: Eu saí da aula pra tomar água e, quando estava voltando, vi que BBF tinha saído pra fazer alguma coisa e estava vindo pelo outro lado ao mesmo tempo que eu. Fui parar pra ele entrar primeiro e dei um tropeção no quadro de avisos do corredor. Disfarcei fazendo a egipicia e entrando na sala sem nem olhar pros lados (então não sei o que ele fez). Quer outro exemplo? Eu tava conversando com minha amiga, carregando a minha pasta e, ao mesmo tempo, tentando ligar pra casa. Ouvi a voz do moço e vi que ele estava perto de mim e, numa tentativa de parecer casual, acabei derrubando pasta, caderno, celular e minha auto-estima. 

Enfim... Eu viro uma arma perigosa quando esse moço está por perto. Sou praticamente a personificação do meme AJA NATURALMENTE.

Agora, uma coisa que vocês não sabem é que, até quarta passada, eu não sabia NEM O NOME desse moço. Eu sabia TUDO: Que ele é da matemática, que joga joguinhos de luta, que estudou numa ETEC, que é programador, que curte videogame, etc etc etc. TUDO o que captei nos papos das aulas, exceto o nome (que ninguém nunca falou).
Aí apelei pra outra única pessoa da matemática da USP com quem tenho contato: O Monge (eu já contei essa história aqui? migos, ela é Ó-TI-MA. Garanto. É todo um outro nível de azar no amor).

Apelei no nível "PLMDDS VÊ NO GRUPO DA LICENCIATURA DA MATEMÁTICA SE TEM ALGUÉM FALANDO DESSA PROFESSORA QUE SE PAREÇA COM *dei a descrição* E ME FALA PORQUE POSSIVELMENTE ESSE CARA É O AMOR DA MINHA VIDA" (nesse nível de maturidade) e a resposta foi "Não tinha ninguém com essa descrição. MALZAÊ".


Bom... Eu só tinha UM JEITO de descobrir o nome do moço agora que todas as opções de stalk tinham acabado: Puxar papo.
"Mas COMO, se você é um desastre ambulante perto dele, Beatriz?"
Pois então. 
A gente teve prova e terminamos quase ao mesmo tempo. Fiquei esperando minha amiga, ele ficou esperando o amigo dele... E eu tava indo TODA FELIZ PUXAR PAPO quando, DE REPENTE, meu celular tocou com uma chamada de uma pessoa que, pelo horário, só podia ser pra dar noticia merda. Foquei no mais urgente, atendi o telefone e, quando voltei, ELE TINHA IDO EMBORA.
#PERDI


Na aula seguinte nós tivemos a devolutiva da avaliação e eu FINALMENTE descobri o nome do puto, já que ele levantou pra pegar a prova quando a professora chamou.
Te juro que O SOL ATÉ SAIU quando eu finalmente descobri o nome do moço e PASSARINHOS ATÉ COMEÇARAM A CANTAR quando eu joguei o nome no facebook e achei o perfil com um amigo em comum: O MONGE.

Mas essa alegria durou até o wi-fi carregar a página toda e eu ver que tinha "em um relacionamento sério com *fulana*" como primeira atualização.
Gente, quase deu pra ouvir aquele "FUON FON FON FON" frustrante.
Sério. Que final merda pra uma história que tinha sido TODA BOA (meus critérios são diferentes, tá? não julgue) até então.


Essa parte da História chama "A PRIMEIRA VEZ COMO TRAGÉDIA, A SEGUNDA COMO COMÉDIA"


Daí que eu fui avisar pro Monge que eu não apenas tinha descoberto o nome do moço, como também tinha visto que eles eram amigos de rolês extra-USP e rolou aquele momento esquisito do "falar com um ex sobre o amigo dele que você elogiou até o limite sem saber que era amigo dele" e, entre mortos e feridos, salvaram-se quase todas as dignidades. A minha, infelizmente, foi pro saco.


Vida que segue, quinta-feira eu estava com gente da faculdade quando um dos meus bixos (que eu acho uma graça, mas é comprometido) veio falar comigo.

"Ow, você e *cara babaca com quem sai* se conhecem de onde? Vi uma foto de vocês dois juntos no facebook dele"
"AH, É? A gente saiu por um tempo, lááááá em 2013"
"Sério? WOW. Ele foi meu plantonista no cursinho hahaha... Ele falava da namorada, mas eu não sabia que era você"

Por dentro eu estava "HA... HA... HA... HAHAHAHAHAHAHA"
Mas fui toda:

"Ah... Legal"
"Posso te falar? Foi maior climão porque falei de você pra ele, aí depois te adicionei no facebook e descobri que vocês eram amigos"
"É? Por quê?"
"Ah, ó... Já passou, tá? Não vai me achar errado, ok? Mas, quando eu entrei aqui eu te achei a pessoa mais legal e mais bonita do curso, tive uma quedinha por você... Mas nunca tive coragem de falar com você, mas falei um montão de você pra ele e tal"
"......................................."
"Mas agora tô namorando, não se preocupa. Nada a ver, agora você é minha amiga"
"............................................................................."






Essa parte da história se chama "NÃO QUERO PENSAR NISSO"
E, para ela, posso usar apenas uma imagem:



quarta-feira, 6 de maio de 2015

Hoje eu acordei meio...




Tava ruim, mas CLARO QUE TINHA COMO PIORAR.






(gente do céu, não aguento mais tanta BAD VIBE amorosa, que é isso... O Palmeiras não ganhou nada, cadê aquela coisa justa de AZAR NO JOGO SORTE NO AMOR?)