terça-feira, 30 de junho de 2015

And you can tell everybody this is your song

Eu gosto TANTO de você que estou fazendo um post só pra dizer isso.

(Sinta-se gostado)




(Life used to be so hard but now everything is easy 'cause of you)

segunda-feira, 29 de junho de 2015

You make me high can I tell you all the reasons why?

Toda vez toda vez TODA VEZ  t o d a v e z T o D a V e Z que o moço me chama de "Meu bem" é mais ou menos isso que acontece comigo:





(é por isso que eu tenho andado distante daqui: Tem acontecido umas coisas bem interessantes na minha vida, mas A ZICA TEM SONO LEVE e eu tô aqui comemorando baixinho)

domingo, 21 de junho de 2015

All that you reason, it's only time and I'll never fill up all I find

Tenho pensado muito sobre amor ultimamente.Pensado que eu nunca amei ninguém a ponto de fazer as loucuras e os sacrifícios dessa ideia de AMOR que as pessoas tentam vender pra gente nos filmes românticos. Tem umas histórias de amigos que eu fico sabendo e só consigo pensar em "Uau, eu acho que nunca faria isso por ninguém!". E ai me leva num loop de "nunca gostei tanto de alguém assim" e "aaah, nunca vou gostar de ninguém assim, pobre de mim".

Só que hoje é um dia daqueles lúcidos e eu vou escrever a conclusão aqui pra eu nunca - NUNCA NUNCA NUNCA NUNCA NUNCA - esquecer o porquê de eu nunca me sacrificar tanto por alguém: Eu amo sim. Amo muito.

Tem uma pessoa que eu amo acima de todas as outras e que me impede de fazer esses sacrifícios: EUZINHA.

E acho que, no momento que eu percebo que amar uma pessoa está me fazendo mal, eu paro de amar essa pessoa e volto a me amar mais do que tudo. Entro no modo defensivo, sei lá. Chame como quiser que isso não vai mudar o sentimento. Me fez mal... Eu corto (ou tento) - Claro, não é de um dia pro outro e eu posso demorar MUITO TEMPO pra perceber que faz mal... Mas quando eu percebo eu tento expurgar de vez.

Olha, não me leve a mal... Estar apaixonada e se jogar de cabeça é das coisas mais legais do mundo. Eu curti cada uma das vezes que isso aconteceu comigo. Amar alguém assim, integralmente, a ponto de eleger a pessoa como prioridade da vida. Acho bacana mesmo, deve ser incrível e, se faz bem, eu não tô aqui pra questionar. Não quero que ninguém abra mão da própria felicidade porque alguém cagou regra no relacionamento alheio. 

O meu ponto de vista é que EU nunca me jogaria tanto de cabeça em um amor a ponto de ignorar quando ele faz mal, principalmente se os momentos de "fazer mal" são intensos. Eu lutaria uma vez, duas NO MÁXIMO até cair a ficha... E depois eu ia acabar tacando um foda-se e me desapaixonando - Com uma velocidade dez vezes mais devagar do que a de quando me apaixono mas, surpreendentemente, num processo dez vezes menos doloroso, já que essa coisa de que QUEM AMA TENTA NÃO MAGOAR mexe de verdade comigo e é muito fácil deixar pra lá alguém quando tenho certeza que essa pessoa não gosta de mim.


A grande verdade é que a gente precisa ter um equilibrio, né? E isso eu já sei. Eu já falo há tempos dos sapatos que valem a pena lacear e dos que é bom abrir mão e trocar de vez. A única mudança aqui é entender porquê eu não me importo TANTO de trocar sapatos. Enfim... Esse blog tá virando um GRANDE aleatório. Sei nem porque vocês ainda leem isso.



Love is not the easy thing
The only baggage you can bring
Is all that you can't leave behind

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Não quero ficar na tua vida como uma paixão mal resolvida

PASSIONAL

Acepções
 adjetivo de dois gêneros
1    relativo a paixão, entendida como sentimento de amor ardente
2    capaz de paixão, esp. amorosa
3    provocado por paixão 

Etimologia
lat. passionális,e 'suscetível de dor; suscetível de paixões; que move a paixão, patético', do lat. passìo,ónis'paixão, passividade, sofrimento, perturbação moral';



TEMPERANÇA


Acepções
■ Substantivo feminino
1  Característica da pessoa que consegue equilibrar suas próprias vontades.
2  Particularidade de quem é comedido; moderado.
3  Que come ou bebe com moderação; sobriedade.


Etimologia
lat. temperantia.ae

Peter, Paul(o) e Gilko



Peter Gabriel (Chobham, 13 de fevereiro de 1950) é um músico do Reino Unido, um dos artistas representantes da World Music, assim como um dos seus principais incentivadores. Apesar disso, sua carreira está intimamente relacionada ao pop. Tornou-se famoso por ser o vocalista, flautista e líder da banda de rock progressivo Genesis, partindo posteriormente para uma bem sucedida carreira solo. Peter também é envolvido em diversas causas humanitárias.

Paulo Coelho (Rio de Janeiro, 24 de agosto de 1947) é um escritor, artista plástico, produtor musical e letrista brasileiro.

Flávio Gikovate é um médico psiquiatra, psicoterapeuta e escritor brasileiro.
Formado pela USP em 1966, desde 1967 trabalha como psicoterapeuta, dedicando-se principalmente às técnicas breves de psicoterapia. Em 1970 foi assistente clínico no Institute of Psychiatry da Universidade de Londres
 
 


____
Acho que os três são a mesma pessoa.

To keep myself tethered to the days I tried to lose

Pessoas são diferentes.
Nem sempre totalmente diferentes, mas ninguém é totalmente igual... Nem mesmo quem tem um gêmeo univitelino/clone.
Pessoas gostam de músicas diferentes, de comidas diferentes, de pessoas diferentes, tem rotinas diferentes e, quer você queira, quer não, é necessário aceitar esse fato.
Quer dizer... Você pode não aceitar... Mas vai acabar se tornando algum maníaco extremista que mata pessoas por causa de besteiras tipo futebol ou que acaba arranjando um câncer qualquer ai por nunca falar o que sente.

Sou do time que tenta aceitar.

Mais do que tudo, mais do que sempre, eu tento aceitar.
E eu confesso que não é por algum motivos bonito ou apenas por querer o bem da humanidade como um todo. Eu tento aceitar por um motivo bem egoísta: Eu espero ser aceita de volta. É esse o mais profundo desejo da humanidade, não é? Aceitação? Aceitação gera felicidade. Felicidade é a grande meta, 'tamos nessa porra de planeta à procura da batida perfeita, não é?
Num passado recente eu me fodi em praticamente todas as esferas da vida. Criei até galos na testa de tantas cabeçadas que eu dei. O que a vida não estragou por conta própria eu dei meus pulos e quebrei por livre e espontânea vontade.

Certa feita (faz tempo, mas eu me lembro) eu li em uma postagem sobre mim no blog de uma amiga que eu não sou de mostrar fraquezas e, por mais que me irrite um pouco, eu preciso concordar com isso. Não sou mesmo. Não sei e nem gosto de me fazer de vítima. Quando eu me fragilizo eu perco o controle, então não me fragilizo, simples assim. Enquanto eu puder aguentar sozinha não divido meus problemas com ninguém que não possa ajudar.

E, nessa de guardar pra mim tudo o que tava rolando eu passei a aceitar grande parte das diferenças (de humor, de comportamento) dos outros... Porque eu sabia que meu humor não tava dos melhores, né? E eu esperava que as pessoas entendessem isso... Tá, nem era ENTENDER... Eu queria que pelo menos aceitassem.

Aceitação.

Voltamos ao começo.
Aceito as diferenças porque espero que me aceitem de volta, que entendam que ninguém é alegre o tempo inteiro e essas coisas todas. Talvez tenha errado nessa parte de não demonstrar o que estava sentindo e esperar que as pessoas simplesmente pegassem no ar as nuances do meu humor e soubessem logo de cara que eu não estava bem. Superestimo a percepção das pessoas.
Então termino esse post pedindo desculpas. Não por ter esperado demais dos outros, mas por não ter dado em troca alguma coisa que pudesse ser negociada. Mil desculpas. Principalmente pra quem achar que está merecendo um pedido de desculpas meu.




And if time is elimination
Then we got nothing to lose
Please repeat the message
It's the music that we choose

domingo, 14 de junho de 2015

Se te dou esse conselho é pra tu sair dessa asneira

Tenho uma nova política de vida e ela é resumida por:

"Se tu não quer tem quem queira"

Mas calma que não tô aqui me filiando ao CLUBINHO DO RECALQUE™. Vou explicar:

Agora, ao invés de achar uma pessoa uma completa inútil e descartá-la, devo aceitar que alguém, em algum lugar do mundo, aceita essa pessoa como semelhante.
Serve pra c e r t a s p e s s o a s. Pra mim não serviu, pra mim irritou até o limite, pra mim saturou e me fez soltar palavrões aleatórios de tanta raiva... Maaaaaaaaaaaaaas tá lá o cara namorando. Tá lá o cara saindo com os amigos e postando foto de alegrias. Se eu não quero (conviver com essa pessoa, ter esse sujeito babaca respirando o mesmo ar que eu), tem quem queira.

Não é porque não serve pra mim que é um completo inútil pra humanidade.
Enfim.
Alguém no mundo gosta dessa pessoa. E pode ser que, por um infeliz acidente, você venha a gostar da pessoa que gosta e você seja forçado a conviver com a pessoa. Achar que essa pessoa, em algum momento, fez algo pra outra pessoa que fez com que ela passasse a valer a pena em determinados círculos dá um pouco de consolo, né?
VAI QUE acontece de novo.




____
Até porque, se eu for parar pra pensar, uma das pessoas que mais adoro no mundo é questionada em vários grupos e, no entanto, eu defendo e compraria brigas em nome dessa pessoa caso me importasse com brigas alheias. Não tenho moral.


(se um raio não cair duas vezes no mesmo lugar ele pode cair bem pertinho, na cabeça dessa pessoa, que pra mim já tava bom)

sábado, 13 de junho de 2015

E esse amor é azul como o mar azul


"Tudo azul", no bom e velho português, é o equivalente a "Numa relax, numa tranquila, numa boa Guiné Bissau, Moçambique e Angola". Estar tudo azul é uma coisa boa.


"To be blue", em inglês, é estar numa bad.  Estar triste. Estar numa pior.



Rita Lee sacou isso e colocou essa nuance na versão dela de "Here, There and Everywhere" (dos Beatles):



I love you pra chuchu
Se você não está perto eu fico jururu
Tudo azul mas sem você eu fico blue 



Trocadilho bacanissímo, todo mundo entende.
Ai, tô aqui na ressaca de ontem, e paro pra pensar na letra de Conquista, em um trecho dela especial:



Olha eu te amo
E quero tanto
Beijar teu corpo nú
Não, não é mentira
Nem hipocrisia, é amor
Com você, tudo fica blue...



Pô, Bochecha... Não é legal falar isso pra moça. SERIÃO.

Hoje eu acordei meio...


Vendredi.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Quero toda essa vontade de passar dos seus limites e ir além, e ir além...

(achei esse texto nos rascunhos e ele é de 2011, mas curti tanto TANTO TANTO TANTO que eu não sei de verdade o porquê não publiquei na época. Vai agora - mesmo ele não fazendo mais sentido - porque OLHA QUE COISA MAIS FOFA EU FICAVA NOS MOMENTOS MIMIMI ♥)


~*~


Cerveja gelada, noites quentes.
Quero rir com você até perder o fôlego, até que o motivo da risada se perca e não faça mais sentido rir. Até que você diga que minha risada é a melhor coisa que você ouviu e que queria gravar pra ouvi-la nos momentos tensos (porque só a minha risada te faz achar que o mundo ainda tem jeito já que as pessoas ainda conseguem rir assim).
Quero deitar com você sob o Sol enquanto a gente escuta uma música qualquer do começo da carreira dos Beatles e concordamos ao mesmo tempo que é melhor ouvir alguma coisa do Abbey (desde que não seja Octopus's) ou do White ou ainda "aquela legal da carreira solo do George"... E quero que você feche os olhos pra cantar "Oh Darling" e então me pegue pela mão e me leve pro quarto pra gente saber se "She's so heavy" funciona mesmo do jeito que a gente teorizou.
Eu quero me acabar de dançar com você, depois dormir e acordar com os pés doendo e com uma ressaca terrível... E depois me acabar de andar em algum lugar procurando água (há), comida (há) ou algum lugar onde a luz do Sol não esteja tão brilhante (porque você sabe que meus olhos não funcionam muito bem na claridade, você sabe tudo e eu nem preciso contar).

Quero te beliscar, quero ser mordida, quero que você faça uma piadinha qualquer sobre minhas coxas e que me chame de atentada. Quero suas crises de mau humor intercaladas com minhas crises de insônia. Quero que você peça um sorvete diferente do meu e divida comigo quando eu digo que o seu é melhor. Quero que você diga que é muito provável que eu vá me sujar de sorvete e se suje sem querer logo em seguida e faça aquela cara de bravo e diga que eu não posso rir.

Quero assistir Bob Esponja com você e ver você falar ~SURPREENDIDO~ que eu sou a Sandy Bochechas. Quero sua crise de riso ao me ver fazer cara de brava e ficar com as bochechas da maldita Sandy Bochechas.

Quero que você corra pra segurar o ônibus que eu vou pegar, só pra não me deixar entrar nele e me segurar pra ficar mais cinco minutinhos com você, mesmo que esses cinco minutinhos sejam na verdade quase vinte... E que por causa disso a gente tome chuva.

Quero que você me mande um sms perguntando se já saí. Se cheguei bem. Que horas eu volto. Que está com saudades. Que quer saber quem é o cara que disse que sente minha falta no facebook e por que raios o meu amigo fica curtindo tudo o que eu posto, mesmo que sejam coisas estúpidas. E quero que você diga que não é ciumento, mas possessivo pra eu engolir mais uma vez o meu discurso sobre possessividade e sobre quem é dono e manda em quem no nosso "relacionamento". E quero encerrar uma discussão te mandando ir à merda, dizendo pra você me dar um tempo pra raiva passar e ver esse tempo durar exatamente o tempo que você leva pra fazer cara de cachorro magoado (essa cara adorável que sempre me faz perder) e aí eu te peço desculpas e fica tudo bem.

Quero que você cite músicas no meio das nossas conversas, que você faça a introdução de "Mr Jones" mais vezes só porque sabe que eu não gosto e que eu tento te calar com beijo toda vez. Quero que você me mande fotos aleatórias no meio do dia pra melhorar meu humor. Que você faça imitações ruins pra mim, pra eu rir até a barriga doer de tão ruim que você é quando tenta imitar alguém.
Quero que você diga que eu estou linda MESMO QUANDO EU ESTOU USANDO UM MALDITO MOLETOM. Quero que você diga que minha roupa tá indecente - mas só de brincadeira, só com aquele tom de quem sabe que a única vez que você tem moral pra dar palpite no que eu visto é só na hora em que eu tiro as roupas, com você, e você demora uns 3min pra achar a travinha do sutiã (maldita modernidade! malditas canhotices).

Quero que você apareça de repente lá pro meio do mês com um chocolate dizendo que já se adiantou pra última semana e que é pra eu me lembrar disso quando eu estiver pensando em te matar quando ficar hormonal. Quero que você me chame pra assistir Rocky de novo e de novo e de novo porque você entende que uma tímida e um estúpido formam o melhor casal do mundo.

Eu quero contar o último episódio de Big Bang Theory pra você e você concordar sobre as piadinhas dos professores de História (cretino). Quero dizer que engenheiros não sabem escrever, que filósofos não servem pra porra nenhuma, que qual é a utilidade de passar seis anos na faculdade de medicina se no fundo vai ser uma porra de uma virose, que todo enfermeiro é médico frustrado e só você não percebeu isso ainda e que - poxa vida! - pra quê gastar tanta grana numa faculdade de jornalismo que nem diploma precisa? E quero que você entenda que isso é brincadeira. E diga que tem tara por professoras... E que eu deveria pensar numa carreira alternativa como moça de vida fácil pra não morrer de fome dando aula...

Eu quero seu abraço, sabe? O primeiro deles depois de um dia horrível. Eu quero me aproximar, te ver de longe encostado em algum me esperand, olhando diretamente pra mim porque você sabia exatamente de onde eu ia aparecer. Sua mochila nas costas e essa expressão de quem está analisando tudo. Quero seu meio abraço segurando o cigarro, o primeiro beijo depois do cigarro apagado, com gosto de nicotina e do halls preto que você nunca tira da boca -  e que eu só consigo curtir por sua causa. Quero seu beijo na testa de todas as noites quando a gente se encontra. Quero que você me leve mais vezes pro cantinho do ponto de ônibus e me beije com essa saudade toda que me faz ficar sem ar. Quero que você fale que sou sua garota, sua pequena... Que você me pergunte o que eu quero fazer, só pra eu falar no seu ouvido que eu faço o que você quiser que eu faça.
Quero que você entenda o que eu quis dizer com isso... E que você me queira tanto quanto eu te quero.

terça-feira, 9 de junho de 2015

A voz resiste, a fala insiste: quem viver verá

Gente, 'cês lembram desse dia (esse dia foi foda)?
Então. A treta continua, mas ainda não posso falar dela diretamente (porém tenho mais opiniões a respeito e ME SEGURA QUE EU PRECISO COMENTAR), mas tava aqui refletindo e cheguei a um empasse.
Me acompanhem (ou não, né?).


Eu tenho que ser a porra do centro do MEU mundo o tempo todo. O. TEMPO. TODO. Se não eu quem vai fazer você feliz quem vai se preocupar com os meus interesses? Não dá pra confiar em ninguém, excetuando os meus pais e, mesmo assim, eles não estão comigo o tempo todo e em 90% das decisões fodidas que eu tenho que tomar durante o dia (Aliás, por uma grande falha de caráter minha, meus pais não estão presentes em algumas decisões banais também. Mea culpa, deixarei isso pra um post qualquer outro dia...).


Então é isso.
Quem decide o melhor pra mim SOU EU, não importa que EU me foda depois... Desde que a decisão tenha sido MINHA, capisce?
Então ok, aceito a sua ajuda, os seus conselhos, as suas ideias de programas e vou ouvir todas as suas suposições sensacionais de como eu estou acabando com os meus dias e o quê eu preciso fazer pra botar as coisas no lugar. Vou ouvir, juro que vou.
Mas para ai.
Porque a palavra final tem que ser minha, já que quem vai ter que viver com o peso das escolhas (sendo elas certas ou erradas) serei eu. NADA MAIS JUSTO A ÚLTIMA DECISÃO SER MINHA.
Entendeu?
Sou egoísta. Já deu pra entender. Tomo a maioria das decisões baseado no que é melhor PRA MIM.




Ok.

Próximo ponto.


Quando existe mais alguém além de mim que pode ser afetado pelas minhas escolhas eu geralmente não penso muito e sigo a lógica do "o que é bom pra mim certamente é bom pros outros" e tá tudo certo... LOGO, se alguém toma uma decisão QUE ME AFETA DIRETAMENTE sem ME consultar eu deveria ter em mente que não posso julgar sabendo que nessa situação eu faria A MESMA COISA só que puxando a sardinha pro meu lado. Correto?

Em tese.

É mais complicado do que isso. Sou egoísta, lembram?

Dois pesos, duas medidas (e não estou orgulhosa disso) TOTAL.

E eu penso que se uma pessoa se DIGNOU a tomar uma decisão POR MIM ela deveria - obviamente - ter pensado no meu melhor, não enfiado uma faca nas minhas costas e retirado com uma lerdeza que beira a crueldade.

Porque né... SOU EU!!!

E se você está em posição de tomar uma decisão por mim/em meu nome é porque você é ou meu chefe, ou meu pai ou alguém de quem eu gosto muito. E, eliminando o chefe que é filho da puta por opção caso queira, eu espero NO MÍNIMO um pouco de consideração das outras duas categorias.

E ME QUEBRO UM POUCO quando não vem, sabe?

Me quebro em pedacinhos "egoísticos" e só me recomponho ao lembrar que... É. Foda-se.

Eu teria feito até pior caso tivesse chance.

E o dilema é esse: Um lance é um lance, um romance é um romance e Sacanagem é sacanagem, não importa que eu seja compreensiva ou não. Foi sacanagem e o correto seria eu - PELO MENOS - fazer uma reprimenda.

É o correto, o justo, o necessário nosso dever e salvação e o eu que espero de mim como JUSTICEIRA que sou.

Mas eu tenho a PERCEPÇÃO de que no lugar da pessoa eu teria feito o mesmo... Então o dilema é: Devo impor SANÇÕES ou deixar pra lá e tá tudo bem, tá tudo certo, 'BORA PRA PRÓXIMA?



Que coisa irritante é ser egoísta e, ao mesmo tempo, ter um certo poder de compreensão.

Hey, hey, hey, hey, hey, hey (I'm tired of arguing girl)

Amiguinhos, hoje eu acordei meio irritada e decidi que tá bom pra fazer mais um episódio da minha, da sua, da nossa série:

CAGADINHAS DE REGRA

No episódio de hoje:


Opiniões


Não é porque você tem uma opinião sobre tudo e o sagrado direito de expressá-la que obrigatoriamente você DEVE fazer isso. Algumas coisas só vão confirmar ao mundo o quanto você é babaca (e você também tem o sagrado direito de nos deixar com essa dúvida). Aprende mais essa: Ás vezes ficar quieto é a melhor coisa que alguém pode fazer.

That I would be good

a.k.a "se eu tivesse uma religião seria essa música da Alanis"


That I would be good even if I did nothing
That I would be good even if I got the thumbs down
That I would be good if I got and stayed sick
That I would be good even if I gained ten pounds
That I would be fine even if I went bankrupt
That I would be good if I lost my hair and my youth
That I would be great if I was no longer queen
That I would be grand if I was not all knowing
That I would be loved even when I numb myself
That I would be good even when I am overwhelmed
That I would be loved even when I was fuming
That I would be good even if I was clinging
That I would be good even if I lost sanity
That I would be good whether with or without you




Não precisa medo não. Não precisa da timidez: Todo dia é dia de viver

Não é Creed, sabe?
Não é mesmo.
Antes fosse.

_

Eu já devo ter falado aqui em algum lugar (ou no finado LADO BÊ, não sei...) que sou o clichê humano máximo no quesito "associar músicas às pessoas e depois não conseguir ouvir nunca mais", mas - caso não tenha falado ainda - já deixo aqui explicito que sou tão organizada com minhas playlists quanto sou com minhas PEQUENAS OBSESSÕES.
E essa coisa de música envolve as duas coisas já que eu fiz uma playlist com todas as músicas que já me lembraram caras na vida e eu não posso ouvir quando estou com certos humores porque aí viro uma fonte infinita de mimimi.

Não é novidade pra ninguém que veja meu last-fm ou meu spotify.
(Aliás, vou deixar até a playlist aqui pra vocês terem noção do tipo de coisa que me lembra os garotos da minha vida)


Mas o ponto principal do post não é esse. O ponto principal é que ontem o moço mandou um "a primeira música que você ouviu depois que a gente saiu foi do Creed. Você lembra de mim quando ouve CREED? é isso que eu represento pra você?????"

Então.
Eu disse que não - porque é não mesmo. Eu ouvi Creed porque tocou na rádio e eu lembrei dos meus 14 anos - e, na hora, eu parei pra pensar na música que me faz lembrar do moço e 

*volta para as três primeiras linhas desse post*

Não é Creed, sabe?
Não é mesmo.
Antes fosse.



PORQUE PUTA MERDA EU ACHO QUE NUNCA MAIS VOU CONSEGUIR OUVIR "PARA LENNON E MCCARTNEY" SEM LEMBRAR DELE E ISSO É ABSOLUTAMENTE TERRÍVEL PORQUE EU A-M-O ESSA MÚSICA.











(Esse post é uma carapuça feita para uma única cabeça, 'cês podem passar reto nele e fingir que nem viram. Saiam assoviando ainda que nem em desenho animado)

sábado, 6 de junho de 2015

Não é de tristeza, não é de aflição: É só esperança, senhor capitão!

A leve esperança,
A aérea esperança...
Aérea, pois não!
- Peso mais pesado
Não existe não.
Ah, livrai-me dele,
Senhor capitão!


quinta-feira, 4 de junho de 2015

Can i get get get to know know know you better better baby?

Gente, posso soltar aqui uns pensamentos soltos traduzidos em palavras?

Passei CINCO ANOS namorando um cara que não era a pessoa mais sociável do mundo, que causava vários silêncios constrangedores simplesmente por DESINTERESSE de falar e que tinha tantas coisinhas miudas que me irritavam, me chateavam e me deixavam louca da vida nos dias ruins que eu dizer que passei CINCO ANOS namorando esse cara me soa absurdamente surpreendente mesmo depois de CINCO ANOS que a gente terminou.

Ou não.

Tinha a paixão, né? Tinha AMOR, Eu fui apaixonada por aquele cara e fui aprendendo a lidar com as coisas que não curtia (do mesmo jeito que ele fez comigo, porque eu sou um completo pé no saco e  ainda mais surpreendente do que eu ter namorado por cinco anos um cara que não curtia falar é o fato de que esse cara me namorou de volta mesmo eu sendo..... eu), tentando mudar o que não dava pra aceitar e fazendo o maior exercício que é diferenciar as duas coisas e não ser uma daquelas pessoas horríveis que tenta mudar os outros até elas que elas sejam EXATAMENTE QUEM A GENTE QUER QUE ELAS SEJAM (caso você não saiba: ISSO NÃO É AMAR ALGUÉM. Sei lá o que é, mas não pode ser amor...).

Cinco anos.

FIVE FUCKING YEARS

Mas eu aprendi, né? Eu amei aquele cara com todas as forças do meu coraçãozinho adolescente. Sei que fui capaz, fiz até demais, quis o cara do jeito dele: Me doei, me entreguei, fui fiel (e chorei chorei)... E o relacionamento deu certo até quando não deu mais e aí acabou e virou outra coisa (várias outras coisas após o fim do namoro: Inimizade declarada, inimizade velada, indiferença assumida, carinho fraterno, coleguismo de oportunidade). Eu fiz um relacionamento com uma pessoa que era meu oposto e avessso dar certo por cinco anos e fui MUITO FELIZ nesse relacionamento.


Eu só tô botando isso aqui como lembrete de que YES I CAN. Não é fácil, mas é possível. Eu já fiz antes, posso fazer de novo. Posso fazer quantas vezes forem necessárias porque eu aprendi cedo a trabalhar com diferenças e que elas são superáveis se tiver alguma coisa que motive (o amor, no caso).
Enfim.....................



Beatrizices. Relevem, por favor.



terça-feira, 2 de junho de 2015

See I'm wise enough to know when a gift needs givin'

Gente, só queria avisar que fui fazer compras ontem e minha casa tá com um estoque bacana de papel higiênico, o suficiente pra um episódio da minha, da sua, da nossa série


CAGADINHAS DE REGRA

No episódio de hoje:


A fabulosa arte de presentear (for dummies)




Estou falando de presentes.

Mesmo.


Você dá um presente pra uma pessoa que:
a) Goste.
b) Seja obrigado a gostar.

Desde que:
a) Tenha vontade e;
b) dinheiro (fundamental).


Sempre vale a máxima de que:
a) cavalo dado não se olha os dentes.
b) se você gosta da pessoa, tem o bom senso de saber pelo menos o que é aceitável dar pra ela de presente.

E aquela coisa que mamãe ensinou é importante:
a) Não se diz o preço de um presente. Nunca. Você não presenteia as pessoas pelo valor do presente. Não o valor MATERIAL do presente, pelo menos. E não se dá um presente de um valor X esperando receber de volta um outro presente com valor X. É ridículo. E é justamente essa a ideia que falar o preço de um presente passa.

E, por favor, falar em quantidade de presentes é mesquinho. É babaca. E inaceitável.

A não ser que você seja o Duda.

Somente Dudinha pode reclamar de não ter recebido presentes. Isso porque ele é uma personagem e não existe de verdade.

Se é feio nele IMAGINE EM VOCÊ. Pense nisso.



I'm your hell I'm your dream I'm nothin' in between - you know, you wouldn't want it any other way


Querer foder alguém, poder fazer isso, estar a ponto de fazer isso e dar de ombros e falar "PRA QUÊ?"

Vou ganhar o quê com isso?
Daí pegar tudo o que tenho sobre a merda que poderia rolar e excluir.

Encontrei Jesus.

Abraços, vivam em paz. É o fim de uma era.

Hoje estou curada e na casa do Senhor não existe Satanás.





segunda-feira, 1 de junho de 2015

Regras do clubinho do mau humor:

1. Falar do clubinho do mau humor.

2. Falar MUITO do clubinho do mau humor.


















(Feels like, feels like) it's like a coming of age

Essa noite sonhei com um cara por quem tive uma quedinha muito gigante e imatura no colegial (uma quedinha das mais tensas e loucas que quase acabou com meu namoro antes dele começar. Se bobear já falei desse cara aqui, porque eu sempre falo do cara que era as fuça do Kimi Raikkonen).

Sonhei que eu estava no ponto de ônibus indo pro trabalho e ele aparecia, me cumprimentava e a gente começava a conversar como se não tivesse passado um dia desde que a gente parou de se ver todos os dias (isso foi em 2006, quando me formei no colégio). O papo tava tão bom que eu decidi matar o trabalho, ele topou fazer a mesma coisa e nós dois passamos o dia todo juntos, até que certa feita ele me beijou.

Talvez essa seja a minha foto predileta do Kimi.


C e r t o s a m i g o s mais cricris dirão "UAU, HEIN? 'CÊ TÁ PASSANDO SUAS CARÊNCIAS PROS SONHOS, BEATRIZ. PARABÉNS" e eu, como boa vendedora do 0800-1406 digo para esses amigos "MAS ESPEEEEEEEEEEEREM!", porque o sonho continua.

Depois do beijo eu olhei pra ele e falei "Uau... A Beatriz de 15 anos estaria dando pulinhos de alegria agora... Mas eu... Eu achei bem meia boca e acho que perdi um dia de trabalho que poderia ter sido bem legal", daí virei as costas
E
FUI
EMBORA


Gente, se isso não é maturidade e aceitação de que eu vou morrer solteira sim, sozinha também eu não sei o que é.

(talvez eu pergunte pra terapeuta)